Flea, do Red Hot Chili Peppers, fala sobre racismo e armas nos EUA: “patético”

O baixista Flea, do Red Hot Chili Peppers, saiu um pouco da zona de conforto durante uma entrevista à CBC Ottawa. O músico não só falou do novo álbum da banda, “The Getaway”, como também deu sua opinião sobre assuntos polêmicos e de repercussão nos Estados Unidos.

Atualmente, o país vive uma situação de incerteza na área política, com o super-conservador Donald Trump ganhando força eleitoral na corrida à presidência. O cenário negativo se potencializou com casos de assassinatos de negros e o medo do terrorismo.

Flea fez uma relação entre os distintos casos de violência nos Estados Unidos e a falta de otimismo por parte da população americana. “A situação com pessoas se matando, o racismo sistêmico nos Estados Unidos, um romance patético com as armas de fogo. Existe também o terrorismo e a revolta contra ele. Assim, as pessoas não se sentem conectadas”, diz.

O músico acredita que a situação vivida pelo país ultimamente ajuda a construir um cenário de tristeza e até de doença. “Você fica tão sozinho, elimina tanto o mundo, que acha que está contra uma pessoa e que essa pessoa está contra você. Você constrói medo e ódio que se transforma em algo doente e você se torna um assassino. É uma doença, é doente, é muito triste”, afirma.

Clique aqui para assistir à entrevista na íntegra (em inglês e sem legendas):

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