O Bride retornará em breve ao Brasil. Celebrando os 35 anos do quinto álbum de estúdio, “Snakes in the Playground” (1992), a banda cristã de hard rock/heavy metal realizará seis shows no país em dezembro.
Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Brasília e Belo Horizonte estão no roteiro. Les Carlsen ficará responsável pela abertura, apresentando, segundo nota oficial, “clássicos atemporais do Bloodgood”.
Ingressos já estão à venda no site Clube do Ingresso. O itinerário é o seguinte:
- 2 de dezembro — Downtown Pub, Recife
- 3 de dezembro — Teatro dos 4, Rio de Janeiro
- 5 de dezembro — Burning House, São Paulo
- 6 de dezembro — Basement Cultural, Curitiba
- 8 de dezembro — Toinha Brasil Show, Brasília
- 9 de dezembro — Mister Rock, Belo Horizonte
Por meio das redes sociais, o Bride anunciou a novidade com uma arte misturando as cores da bandeira brasileira com elementos do futebol. A legenda destacou:
“Com o clima da Copa do Mundo de 2026 tomando conta do planeta, criamos esta arte especial que mistura Brasil, Estados Unidos e o poder do metal! O Bride fará uma turnê pelo Brasil em dezembro de 2026, e esta é a nossa maneira de celebrar esse momento épico!”
Veja abaixo:
Sobre “Snakes in the Playground”
Lançado em 1992, “Snakes in the Playground” é um dos trabalhos mais emblemáticos do Bride e considerado o responsável por consolidar a banda como um dos principais nomes do rock/metal cristão. Entre as 12 faixas, há canções de destaque como “Would You Die For Me”, “Rattlesnake” e “Psychedelic Super Jesus”.
Conversando com o site Blastzone em 2013, o vocalista Dale Thompson afirmou que o projeto “nos tornou um nome conhecido na comunidade do rock e metal cristão”. Ao Christian Molten Metal, ainda mencionou a sua música favorita do disco:
“De ‘Snakes in the Playground’, eu diria que a minha música favorita para tocar é ‘Would You Die for Me’, porque, ao vivo, levávamos a música para direções diferentes a cada apresentação. Nenhuma performance da canção era igual à outra, pois há uma passagem na música em que todos sabíamos — especialmente quando Jerry McBroom estava na bateria e Rik Foley era nosso baixista — que simplesmente criaríamos tudo na hora. Era algo espiritual, mágico, empolgante e cativante. Eu sempre me deixava levar pela música e convidava o Espírito Santo a conduzir o momento.”
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