Foto: Bill Ebbesen / CC BY-SA 3.0

Líder do The Cure, Robert Smith sempre odiou o Queen

Músico revelou sua curiosa opinião ainda em 2004, quando foi convidado a comentar sobre outra banda: o The Darkness

O Queen é uma verdadeira instituição da música britânica. A popularidade da banda em sua terra natal rivaliza até mesmo com outros grupos locais que são unanimidades bem maiores no resto do mundo – e você sabe de quem estamos falando. O primeiro “Greatest Hits” do grupo é o disco mais vendido da história da indústria no Reino Unido.

Mesmo assim, é de se imaginar que algumas pessoas não apreciariam o trabalho de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon. Uma delas é Robert Smith, frontman do The Cure.

Em uma entrevista à Rolling Stone no ano de 2004, resgatada recentemente pelo site Far Out Magazine, o músico foi convidado a deixar suas impressões sobre o The Darkness, grupo então estourado com seu debut, “Permission to Land”. Acabou sobrando até para uma influência dos então novatos.

“Bom, eu nunca gostei do Queen. Posso honestamente dizer que sempre os odiei e tudo que fizeram. Sendo assim, é muito estranho ver tudo aquilo reciclado e requentado. Então, não, também não curto o The Darkness. Vejo-os como uma banda cômica.”

Queen e… Liam Gallagher

Queen em 1984 (foto: divulgação)

Outro famoso músico britânico que compartilha da opinião de Robert Smith é Liam Gallagher. O ex-vocalista do Oasis expressou seu “ranço” pelo Queen em bate-papo com o saudoso baterista do Foo Fighters (e grande fã da banda de Freddie Mercury), Taylor Hawkins, para a Magnet Magazine.

“Se eu gosto de Queen? Uh, na verdade, não. Freddie Mercury tem uma ótima voz e, obviamente, eles têm boas músicas. Mas acho eles meio ‘Queen-y’. Eles são uma banda superior e têm boas músicas, mas não sei. A guitarra de Brian May soa como se estivesse enfiada no traseiro dele. Eu o respeito, mas não sei.”

Robert Smith e The Cure hoje

Robert Smith em 2012 (foto: Christopher Johnson / CC SA 2.0)

Em junho do ano passado, Robert Smith revelou que estava trabalhando em dois novos álbuns do The Cure. Dois meses mais tarde, o baixista Simon Gallup fez um post nas redes sociais anunciando sua saída após mais de quatro décadas (exceto por um intervalo entre 1982 e 1984). A publicação foi apagada e, em outubro, ele confirmou que continuava na banda.

* Texto por João Renato Alves e Igor Miranda.

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3 comentários
  1. Revista Rolling Stones tá…. The Cure tá… Blz… Muito relevante. Talvez os 2 se achem importantes demais para gostar do Queen. Sorte do povo inglês não ligar muito para opinião dos “caras legais”.

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