Com a eleição presidencial no Brasil, o guitarrista Tom Morello demonstrou durante todo o período apoio ao presidente Lula. Agora, com a reeleição do candidato, outro membro do Rage Against the Machine também comemorou a vitória: Zack de la Rocha.
Durante a exposição “Burning Flags”, do fotógrafo Glen E. Friedman, em Barcelona, o vocalista recebeu uma camiseta do presidente de um fã brasileiro. Em registro compartilhado pelo portal local Binaural, o cantor aparece com a vestimenta e pronuncia um “viva Lula” em português junto ao admirador (via Rockbizz).
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Na ocasião, o vocalista também endossou o Sindicat de Llogateres, organização da Catalunha que defende os direitos de pessoas que vivem em imóveis alugados. Ainda, em entrevista ao mencionado veículo, declarou a importância de manifestar-se politicamente:
“Um artista precisa fazer aquilo que deseja. E acredito que todos devem levantar a voz para tentar tornar o mundo um lugar melhor. Existem problemas demais. Muitas coisas estão acontecendo. Você não pode ficar de braços cruzados sem fazer nada.”
Posicionamentos de Zack de la Rocha
Em novembro de 2023, Zack de la Rocha participou de uma manifestação em Washington, D.C., em defesa dos direitos dos palestinos e pelo cessar-fogo em Gaza um dia depois da cerimônia do Rock & Roll Hall of Fame — à qual ele não compareceu. Poucos meses mais tarde, em março de 2024, marcou presença em outra marcha pró-Palestina.
Já em junho do ano passado, uniu-se à marca de roupas Born X Raised para divulgar uma coleção chamada Protect Los Angeles, com fundos destinados à organização Coalition for Humane Immigrant Rights (CHIRLA), que oferece assistência jurídica a imigrantes. À época, declarou (via Stereogum):
“O fascismo não respeita a lei. Seus agentes usam aquilo que consideram ser a lei como arma e a aplicam apenas contra aqueles que escolhem como alvos, enquanto detêm, assediam, aterrorizam e fazem desaparecer ilegalmente membros de nossas comunidades, sem qualquer responsabilização. Neste momento, eles estão tentando confundir os limites entre o que é protesto e o que é considerado ‘terrorismo’, entre quem é um trabalhador inocente e quem é um ‘criminoso violento’. Isso pode se tornar a norma em breve, independentemente de você ser cidadão ou não. Estar ao nosso lado é defender a si mesmo.”
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