“The Final Countdown” é o maior sucesso do Europe. Presente no álbum de mesmo nome lançado em 1986, a canção alcançou a oitava posição na Billboard Hot 100 e, hoje, acumula mais de 1,4 bilhão de visualizações somente no YouTube, sendo utilizada amplamente em eventos e competições esportivas.
Por isso, a faixa é presença carimbada nos shows do grupo há 40 anos. Segundo dados armazenados no Setlist.fm, o hit já foi tocado pelos músicos por mais de mil vezes.
Diante da expressividade, Joey Tempest recentemente perguntou aos colegas se eles realmente curtem apresentar a canção ao vivo. E trouxe a resposta em entrevista ao Classic Album Reviews.
Conversando com o veículo, o vocalista garantiu que todos adoram executar o sucesso nos palcos. Como compartilhado pelo Ultimate Classic Rock, o cantor declarou:
“É uma relação estranha. Ela tem vida própria e está por aí. (…) Na verdade, perguntei aos caras outro dia: ‘então, vocês se incomodam de tocá-la?’. E não, todos adoram tocá-la ao vivo.”
De qualquer forma, de acordo com o artista, ele e os colegas não costumam ouvir “The Final Countdown” por conta própria. Ainda assim, acabam “esbarrando” frequentemente com a faixa, o que não os incomoda:
“É claro que ouvimos a música em um comercial que aprovamos ou em uma transmissão de Fórmula 1. Meu pai gostava de Fórmula 1 e ficou muito orgulhoso quando usaram a música… Isso é algo legal e emocionante para mim. A Orquestra Sinfônica de Londres a gravou e meu pai ficou tipo: ‘ah, isso é incrível’. Então foi muito legal.”
Anteriormente, à Classic Rock, Joey explicou que, quando está cantando a canção, não pensa na quantidade de vezes que já fez isso. O sentimento é outro:
“Nesse momento do show, não pensamos muito em quantas vezes já tocamos essa música. É uma música para ser vivida naquele momento, porque reúne todo mundo.”
Europe e “The Final Countdown”
Até hoje, o álbum “The Final Countdown” vendeu mais de 15 milhões de cópias em todo o mundo. Foi o último a contar com o guitarrista John Norum em sua primeira passagem pelo grupo. Kee Marcello o substituiu já durante a turnê.
Curiosamente, o grupo não tinha confiança no potencial comercial da faixa que dá nome ao play, por se tratar da mais longa do tracklist, além de ter uma letra “viajada”, com inspiração em “Space Oddity”, de David Bowie.
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