O auge e o fim do Raimundos clássico em “Só no Forevis”

Sucesso radiofônico sem precedentes rendeu milhões de cópias vendidas, acusações de "vendidos" e saída de Rodolfo Abrantes

A segunda metade dos anos 90 pertenceu ao Raimundos. O grupo brasiliense foi um sucesso tão grande a ponto da indústria musical brasileira tentar remodelar o rock nacional à imagem deles. Os copiadores surgiram a rodo, nenhum do mesmo nível.

Mesmo assim, eles se viram alvo de cruzadas da moral e bons costumes na forma de investigações feitas por Varas da Infância e da Juventude. Alegavam que o grupo estava corrompendo crianças do Brasil com suas letras humorísticas e pornográficas.

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Após uma tentativa não muito bem-sucedida de trazer seriedade ao som em “Lapadas do Povo” (1997), eles resolveram chutar o balde. Se todos os acusavam de se vender, eles iriam fazer o álbum mais acessível da banda até então. Não bastava estarem na boca das crianças: agora estariam em todas as rádios, o tempo inteiro.

Tal nível de sucesso consumiu o vocalista Rodolfo Abrantes. Após isso, ele se converteu ao evangelismo e denunciou toda sua carreira anterior.

Essa é a história de “Só no Forevis”.

Os frutos e custos do sucesso

Tão logo estourou com seu álbum de estreia, o Raimundos se tornou o inimigo número um de várias facções diferentes. Punks sérios os criticavam por se venderem, fazerem canções piada para apelarem a crianças. Setores mais conservadores viam o sucesso do grupo com juventude como exemplo da corrupção sendo perpetrada pelo rock.

Mesmo assim, o segundo disco, “Lavô Tá Novo” (1995), foi um sucesso ainda maior de vendas, carregado pelos singles “Esporrei Na Manivela”, “Pitando No Kombão”, “O Pão da Minha Prima” e “I Saw You Saying (That You Say That You Saw)”. O Raimundos havia chegado a um patamar tão rarefeito da indústria brasileira a ponto que bandas cópias começaram a aparecer.

Não cópias em termos de som, mas de conteúdo humorístico. Para o mercado, o Raimundos era visto como um bando de piadistas. Tanto que o outro fenômeno musical do rock brasileiro na época era uma banda frequentemente comparada a eles: Mamonas Assassinas.

Em entrevista de abril de 2007 à Bizz, Carlos Eduardo Miranda, jornalista e executivo da Banguela Records responsável por descobrir o Raimundos, não mediu palavras ao descrever os Mamonas:

“Recusei e recusaria 30 mil vezes. Não curto. Não tinha música, só tinha piada, não me interessava, fiquei p#to porque nego confundia com o lance dos Raimundos… Neguinho queria comparar Graforréia Xilarmônica com Mamonas! Essa geração do rock aí foi a primeira geração a ter liberdade de falar o que queria, era tudo homem… Começaram a falar de b#ceta, p@u, c#… mas gerou uma reação contrária.”

Por incrível que pareça, uma dessas reações contrárias vinha dentro do próprio Raimundos. Em 2001, Rodolfo deu uma entrevista ao Raimundos Official Web Fan Club (via Whiplash) na qual discutiu a dimensão inesperada que o grupo adquiriu, considerando a proposta inicial:

“O Raimundos era o recreio da galera. Existia o Filhos de Menguele (banda do guitarrista Digão), o Royal Street Flesh (primeira banda do Rodolfo), as duas bandas tinham letras sérias, conscientes. O Raimundos era a hora para tocar cover, não só do Ramones, mas Dead Kennedys, Suicidal Tendencies. Aí entrou a parada do Zenilton, as letras engraçadas do Tello [amigo dos caras e na época vocalista do Filhos de Menguele], diferente do que ele fazia no Filhos. Só que esse recreio foi crescendo, as outras bandas ficaram para trás. O Raimundos, que era nossa diversão, virou trabalho, e aí chega um dia que perde a graça.”

Numa conversa com a Folha de S.Paulo em 2001, o vocalista até deixou claro o quão infeliz estava na época do estouro:

“Desde 1996, eu já tinha vontade de fazer alguma coisa diferente, mas eu não tinha coragem. Eu falava, que é isso, largar tudo, você tá doido?, não-sei-o-quê, mas isso se tornou uma prioridade na minha vida.”

Tragédia em Santos

O Raimundos tentou dar uma guinada mais séria em “Lapadas do Povo”, um álbum com letras mais politicamente engajadas. Entretanto, o período ficou mais marcado por uma tragédia ocorrida no dia 7 de novembro de 1997 durante um show no Clube de Regatas Santista, em Santos.

Em entrevista de 2017 ao G1, o jornalista Sérgio Vieira, autor do livro “Raimundos – o show que nunca terminou”, disse:

“O ginásio não tinha Auto de Vistoria dos Bombeiros (AVCB), mas tinha o alvará da Prefeitura. O produtor colocou mais que o dobro de gente permitida para o espaço, e os seguranças estavam preocupados em zelar pelo patrimônio do clube. Este foi o trágico contexto daquela madrugada.”

O ginásio no qual a banda ia se apresentar naquela noite tinha uma lotação de 2,6 mil pessoas. Porém, a empresa produtora do show vendeu uma quantidade muito maior de ingressos. Havia quase seis mil pessoas dentro do local. Além disso, a segurança solicitou que a única saída fosse uma escadaria incapaz de lidar com tal multidão.

O show em si ocorreu sem grandes problemas, mas durante a saída um tumulto se armou na escadaria. Havia gente demais e, para horror de todos presentes, pessoas começaram a cair do alto, às vezes atingindo a multidão que havia chegado ao térreo. Oito pessoas morreram e cerca de 60 ficaram feridas.

Também conversando com o G1 em 2017, Rodolfo falou sobre a tragédia:

“A gente ficou consternado porque nos consideramos a continuação do público em cima do palco. Perdemos sete irmãos [a oitava vítima morreria depois].”

O grupo cancelaria o resto da turnê, composta de 14 shows. A única coisa que eles lançaram em 1998 foi o single “Reggae do Manêro”. Em entrevista para a Folha de S.Paulo, Rodolfo deixou claro o que achava da canção:

“Ah, eu achava engraçada. Mas uma coisa engraçada não significa que ela tem que ser uma música de trabalho. Isso é pra quem está pensando em dinheiro.”

Só hits

O final da década de 90 viu a ascensão dos grupos de pagode ao topo das paradas do país, com o rock nacional cada vez menos em evidência. Bandas dos anos 1980 deram uma volta por cima revisitando seu material clássico, porém quem estava atrás do primeiro sucesso era sujeito a barreiras. A fórmula de sucesso estabelecida eram letras escatológicas para apelar a crianças. Que nem Raimundos.

Enquanto isso, a banda enfrentava seu próprio dilema existencial. O disco anterior deles foi a tentativa deles de se consolidar como artistas mais sérios, porém era um jogo perdido. 

Os nomes mais estabelecidos do punk e hardcore brasileiro os viam como pop porque não passaram pelas mesmas dificuldades do resto da cena, além de fazerem canções mais irreverentes sem muita mensagem por trás. Enquanto isso, o mercado fonográfico só estava interessado na versão dos Raimundos que refletia essa mesma percepção.

Numa entrevista com Astrid Fontenelle lançada junto com o single de “Mulher de Fases” pela revista Trip, Rodolfo falou sobre essa percepção do Raimundos ser pop:

“O que é pop? É popular? É o povo do meu país que tá ouvindo? É nóis na fita.”

Para o sucessor de “Lapadas do Povo”, a banda decidiu deixar de trabalhar com Mark Dearnley, produtor dos dois álbuns anteriores, em favor do retorno de Carlos Eduardo Miranda. Além do gaúcho, eles também recrutaram o brasiliense Tom Capone, que trabalhava na Warner como diretor artístico.

Havia uma mentalidade tão forte de recuperar sua posição após o fracasso do álbum antecessor que as músicas começaram a surgir muito mais acessíveis em termos melódicos. Uma das maiores manifestações disso foi “A Mais Pedida”, cuja letra trata de maneira extremamente ácida as campanhas travadas por desembargadores e juízes contra a banda.

O baterista Fred Castro falou sobre o assunto em entrevista ao Panelaço com João Gordo em 2024:

“‘A Mais Pedida’ foi exatamente para sacanear todos os juízes que proibiam os shows. ‘Nesse show não entra menor, o homem censurou…’ Era totalmente direcionada. Foi uma encomenda nossa. Queríamos uma música bonitinha que realmente fosse tocar em AM, FM e tudo o mais, maso texto da letra era pra falar exatamente o que estava rolando.”

Enquanto isso, uma balada punk composta por Rodolfo e Digão, incorporando experiências de todos os integrantes com suas respectivas esposas e namoradas, rendeu ao grupo um nível de sucesso antes inimaginável. É complicado explicar o tamanho do sucesso de “Mulher de Fases” para quem ainda não havia nascido até então. Tocava em qualquer lugar, toda hora. Festas de crianças, adolescentes e adultos. Novelas, filmes e programas de auditório. Frank Aguiar, um dos maiores cantores de forró do país, fez um cover.

E tudo isso talvez devido a uma decisão de Tom Capone. Marcelo Maia, gestor artístico da Warner na época, contou em entrevista ao Corredor 5 (via Whiplash):

“O primeiro que o Tom produziu deles fez com que o público entendesse o que o Rodolfo cantava. Foi o ‘Só no Forevis’. Os primeiros você não entende! [risos]. Aquele álbum é 100% Tom Capone. Eu participava das reuniões e via as rádios pedindo para tirar a guitarra. As rádios de rock estavam acabando. A guitarra ficou abominada pelas rádios brasileiras. Mas tirar a guitarra dos Raimundos era um assassinato, né? Tinham duas rádios que se a música estivesse tocando ia vender 500 mil a 1 milhão de cópias do disco.

Tinha que estar lá e precisava dessa versão. Aí, a banda mandou uma fita escrita assim: ‘Mulher de Fases Remix PM’. Essa era a guia de rótulo. Entrou em todas as rádios populares. Abriu portas e o Raimundos dobrou de tamanho. Outros remixes PM foram feitos. Ninguém sabia o que significava essa sigla. Sabe o que era? Remix P@u Mole! [risos]. O Tom Capone inventou essa sigla para se defender quando precisava fazer novas mixes para as rádios.”

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O grupo, ainda assim, cortejou polêmica com “Me Lambe”, uma canção sobre um homem apaixonado por uma menor de idade. Anos depois, o saudoso baixista Canisso — que não tocou na faixa, cedendo espaço para uma participação de Bi Ribeiro (Os Paralamas do Sucesso) — respondeu no X/Twitter o seguinte a um fã dizendo que o Raimundos não devia mudar seu repertório:

“Algumas são besteiras inofensivas, todo mundo sabe e ‘perdoa’. O caso de ‘Me Lambe’ é diferente. Apesar de ser zoeira, ela toca num ponto bastante complicado. Pessoas se ofendem, não traz nada de bom… o mundo mudou, eu mudei também. F#da-se essa música.”

Ele continuou em outro tweet, dando sua opinião sincera sobre a canção em si:

“Eu sempre achei essa música um c*, pop demais, tentando ser radiofônica. Foi o começo de tudo de ruim, que culminou na saída do Rodolfo.”

O caminho para o fim

“Só no Forevis” foi lançado no dia 27 de maio de 1999. Antes mesmo de sair, as primeiras 100 mil cópias em CD foram roubadas no dia 16. Rodolfo brincou com a Folha de S.Paulo dizendo:

“Ganhamos disco de ouro antes mesmo do CD chegar ao conhecimento do público.”

A capa trazia os quatro integrantes trajados como um grupo de pagode. Entretanto, a imagem foi processada de um jeito a fazer partes do corpo de cada um distorcidas, criando um efeito surreal na imagem. Apesar de parecer uma tiração de sarro com o gênero dominante da cultura nacional na época, Rodolfo garantiu à Folha de S.Paulo não ser o caso:

“Não queremos esculachar ninguém. Até saímos bonitos na foto da capa do disco para ver se paramos de ser censurados. Mas não queremos que eles passem a ser censurados. Só queremos deixar de ser.”

Além disso, o nome “Só no Forevis” é uma homenagem a Mussum, eterno Trapalhão que começou sua carreira fazendo parte do grupo Os Originais do Samba. Na entrevista com Astrid Fontenelle lançada junto com o single de “Mulher de Fases” pela revista Trip, Rodolfo expressou sua admiração pelo gênero:

“Eu não acho que existe antagonismo nenhum entre o pagode e o rock. São duas coisas que ocupam nichos diferentes na cultura de um país. Eu acho que o lance é o seguinte: o pagode bem feito é uma manifestação popular genuína e brasileira. Diferente desse gênero que precisa de uma bund@, saca? Que se não tiver uma bund@ rebolando do lado, não faz sentido. Isso já é meio apelação.”

No fim das contas, “Só no Forevis” ganhou três discos de platina. Estima-se que tenha vendido mais de 1,8 milhão de cópias. Era o lançamento mais popular da banda, por muito. Eles se tornaram o maior grupo do país, independente de gênero.

A turnê de promoção ainda rendeu outro lançamento extremamente popular na forma do disco duplo “MTV Ao Vivo”, gravado durante apresentações em Curitiba e São Paulo. Entretanto, durante o período de promoção deste trabalho — que vendeu 750 mil cópias —, Rodolfo anunciou ao resto da banda que queria sair.

Digão contou o episódio no podcast Inteligência Ltda (transcrição via Whiplash):

“Foi assim: foi no dia que a gente passou o dia inteiro na gravadora lançando o ao vivo. A gente gravou o ao vivo [em] 2000. A gente passou 2000 gravando, ia sair em DVD e CD. E aí, a gente foi pra gravadora, passou o dia inteiro fazendo entrevistas, inclusive ele fazendo entrevistas e tal, falando do futuro do Raimundos (…). Quando acabou tudo, ele chamou a gente na sala e falou: ‘Galera, eu tô saindo do Raimundos, falou. Se vocês quiserem, vocês continuam’. Ele foi meio duro na forma… Então, isso me chateou demais. Não tinha espaço pra discussão (…). Só que a gente tava tão assim, sabe… [que falamos] ‘É isso que você quer? Então tá bom, beleza’. E a partir daí, não falei mais com ele.”

Rodolfo havia se convertido ao evangelismo e largado as drogas. Desde então, o vocalista tem dito que era impossível para ele continuar cantando as músicas da banda enquanto cristão.

Entretanto, numa entrevista à Folha de S.Paulo no ano de 2001, logo após sua saída, Rodolfo deu suas razões para a decisão, que iam muito mais além de sua religião:

“Eu saí da banda porque há muito tempo, há muito tempo mesmo, coisa de vários anos atrás, eu tenho necessidade de… O Raimundos era uma banda de hardcore, que era contra o sistema. A gente era contra isso tudo. Eu via a galera na TV fazendo playback, eu tinha nojo. Eu via bandas aí da mídia perdendo sua ideologia por sucesso e eu achava isso horrível. Quando eu vi, o Raimundos virou isso. Sabe como é que é? Tipo foi a banda que fazia cover do Ramones, que se amarrava em Dead Kennedys. A gente tocava em qualquer lugar o som mais sujo que tinha, pra banda tocar ‘Reggae do Manêro’… ‘Reggae do Manêro’.”

Dizer que o desenrolar da saída de Rodolfo foi tenso é pouco. Digão assumiu os vocais do Raimundos e, apesar da banda continuar até hoje, nunca mais foram os mesmos. Canisso saiu em 2002, mas retornou cinco anos depois, permanecendo no grupo até sua morte, em 2023. Fred saiu em 2007, e nunca retornou.

Rodolfo e Digão ficaram anos sem se falar. O guitarrista descreveu a razão para sua mágoa em uma entrevista de 2017 ao canal #MinhaBrasília.

“O que mais fiquei chateado foi com a forma. Acho que ele tem o direito dele. Estava mal, queria sair, beleza. Mas acho que ele deveria ter me dado o meu direito de me preparar para o que iria vir. Eu havia acabado de comprar uma casa, tinha feito um financiamento, a gente tinha um contrato de três anos, então, eu estava tranquilo. E o cara puxou o meu tapete, sem me avisar. Se eu soubesse que ele iria sair, não compraria a casa. De repente, ele quis fazer para sacanear, porque ele sabia que eu estava comprando casa. O cara me tira a minha única fonte de sustento. Isso me prejudicou muito, meus filhos, toda a galera da banda. Todo trabalhador tem direito a um aviso prévio.”

Por sua vez, o vocalista reconheceu numa live de 2020 com o pastor André Fernandes (via Tenho Mais Discos Que Amigos) que poderia ter agido de maneira diferente. Ele disse:

“Eu prepararia o pessoal da banda… fui tomado muito de surpresa pelo evangelho na minha vida, com cura e com a presença de Deus, e partindo do Espírito Santo. Saí da banda de uma vez e sei que isso ofendeu muito a eles de certa forma que a gente não tem relacionamento até hoje. Se pudesse mudar alguma coisa, mudaria a forma como eu saí só pra não ofender. Não me cobro uma maturidade que eu não tinha naquele tempo. Uma maturidade espiritual, de fazer as coisas bem costuradinhas.”

Os dois, enfim, fizeram as pazes em 2020. Rodolfo, mesmo assim, deixou para trás o Raimundos, que, após considerar o encerramento das atividades, retornou com Digão também nos vocais — e nunca mais foi o mesmo.

Raimundos — “Só no Forevis”

  • Lançado em 27 de maio de 1999 pela WEA Music
  • Produzido por Carlos Eduardo Miranda, Dzcuts, Mauro Manzoli e Tom Capone

Faixas:

  1. Só no Forevis (Selim)
  2. Mato Véio
  3. Carrão de Dois
  4. Fome do Cão
  5. Mulher de Fases
  6. Alegria
  7. A Mais Pedida
  8. Boca de Lata
  9. Me Lambe
  10. Pompem
  11. Deixa Eu Falar
  12. Aquela
  13. Língua Pres
  14. Mulher de Fases (A Linda)

Músicos:

  • Rodolfo Abrantes (voz, percussão na faixa “Só no Forévis” e palmas em “Pompem”)
  • Digão (guitarra; violão em “A Mais Pedida” e “Aquela”; viola em “A Mais Pedida”; vocal nas faixas 1, 2, 4, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 e 13; feira em “Fome do Cão”)
  • Canisso (baixo em todas as faixas exceto “Me Lambe” e “Boca de Lata”, vocal em todas as faixas menos 3, 5, 7, 9 e 14)
  • Fred Castro (bateria, percussão, vocal em “Só no Forevis”, triângulo em “Fome do Cão” e palmas em “Pompem”)

Músicos adicionais:

  • Érika Martins (vocais em “A Mais Pedida”)
  • Marcelo D2 (vocais adicionais em “Só no Forevis”)
  • Bi Ribeiro (baixo em “Me Lambe”)
  • Alexandre Carlo e Black Alien (vocais em “Deixa eu Falar”)
  • Guilherme Bonolo (vocal em todas as faixas menos 4, 8, 10 e 14)
  • Tuka (cuíca e vocal adicional em “Só no Forevis”)
  • Cheeba (arrotos em “Só no Forevis”)
  • Tom Capone (bandolim em “Só no Forevis”) e feira em “Fome do Cão”)
  • Wagner Vianna (vocal em “Mato Véio”, “Fome do Cão” e “Boca de Lata”)
  • Miranda (feira em “Fome do Cão”)
  • Duda Mello (feira em “Fome do Cão” e palmas em “Pompem”)
  • Glauco Fernandes, Isabela Noronha, Luis Fernando Zamith e Léo Ortiz (cordas em “Mulher de Fases”)
  • Martin Luthero (narrador e voz em “Alegria”)
  • DJ Nuts (scraches em “Boca de Lata”)
  • Zé Gonzales (scratches e vocal em “Boca de Lata”)
  • Mauro Manzoli (palmas em “Pompem”)

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Pedro Hollanda
Pedro Hollanda
Pedro Hollanda é jornalista formado pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso e cursou Direção Cinematográfica na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Apaixonado por música, já editou blogs de resenhas musicais e contribuiu para sites como Rock'n'Beats e Scream & Yell.

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