O Sepultura não dará mais seu adeus na Arena Pacaembu. A banda anunciou nesta terça-feira, 8, que seu último show, marcado para o dia 7 de novembro, será movido para a Suhai Music Hall, também em São Paulo.
As atrações de abertura para o evento permanecem sendo Krisiun, Metal Allegiance e Sacred Reich, além de outros convidados especiais ainda não revelados. Ingressos já adquiridos continuam válidos e não é necessário efetuar qualquer troca.
Apesar do Sepultura ou a produtora responsável pelo show, Live Nation, não oferecerem um motivo oficial para essa mudança, a diferença de tamanho entre os locais é considerável. A Arena Pacaembu tem lotação para aproximadamente 25 mil pessoas, enquanto a Suhai comporta 9 mil, o que corresponde a uma diminuição de até 64% no tamanho do público máximo dessa despedida.
Até o momento, a página do show remarcado no Ticketmaster indica que os ingressos estão esgotados. Entretanto, dado o desenho diferente da casa de shows comparada ao estádio, ainda não se sabe se vão abrir novos lotes de entradas.
Show no Rock in Rio
A banda fez seu penúltimo show no Brasil no último sábado, 5, durante o dia do metal do Rock in Rio 2026. A apresentação no Palco Mundo foi especial porque marcou a primeira vez na carreira do Sepultura na qual o setlist consistiu inteiramente de músicas gravadas com Derrick Green, vocalista que entrou no grupo em 1997, substituindo Max Cavalera.
Em sua resenha do show para o site, Marcelo Vieira apontou que a performance foi prejudicada pelo mau tempo. Isso porque os fãs não estavam com a mesma vontade de engajar que teriam sob céu claro. Dito isso, o Sepultura provou não estar se aposentando por falta de forma ao vivo:
“Fins de ciclo têm razões que a própria razão desconhece. O que se pode constatar, no caso do Sepultura, é que a despedida acontece quando a banda ainda parece capaz de entregar shows à altura de sua história — e justamente por isso a decisão se torna mais difícil de compreender e, talvez, mais digna de respeito. Afinal, não faltam exemplos de grupos que praticaram a própria autoeutanásia apenas para, alguns anos depois, ressuscitarem por razões poucas vezes mais nobres do que o vil metal. Se o Sepultura realmente cumprir a promessa de não voltar, ao menos terá feito algo cada vez mais raro no rock: escolher o momento de parar antes que a necessidade de continuar se torne maior do que a vontade.”
Clique para seguir IgorMiranda.com.br no: Instagram | X/Twitter | Facebook | YouTube | Bluesky | Threads | TikTok.

Normal, ninguem quer ver a banda solo do Andrew beijador e o krisiun financeira, quem lacra não lucra.