O Placebo vem ao Brasil com turnê que celebra 30 anos de seus dois primeiros álbuns, “Placebo” (1996) — recriado recentemente no lançamento “Placebo RE:CREATED” — e “Without You I’m Nothing” (1998). Serão quatro datas.
Confira a agenda a seguir:
20/2/27 (sábado), na Suhai Music Hall, em São Paulo;
23/2/27 (terça-feira), no Centro de Eventos Ulysses Guimarães, em Brasília;
26/2/27 (sexta-feira), no Live Curitiba;
28/2/27 (domingo), no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre.
A venda geral começa no dia 2 de outubro, às 10h, com pré-venda promocional nas 48 horas anteriores (de 30/9 às 10h até 2/10 às 9h59). Haverá ainda pré-venda exclusiva para o fã-clube que começa no dia 29/9, às 10h, com duração de 24 horas.
Em São Paulo, a compra ocorre por meio do site Eventim. Já nas outras cidades, a plataforma é Bilheteria Digital.
Os primeiros álbuns do Placebo
Lançado em 17 de junho de 1996, o álbum homônimo do Placebo marca sua estreia e é o único a trzer o baterista Robert Schultzberg. Fez bastante sucesso no Reino Unido, no embalo de singles como “Nancy Boy”, “Teenage Angst” e “36 Degrees”.
“Without You I’m Nothing”, por sua vez, saiu em 12 de outubro de 1998 e marcou o início real da relação do grupo com os Estados Unidos, ao chegar à 20ª posição da parada americana Billboard Heatseekers. Estima-se que tenha tido mais de 1 milhão de cópias comercializadas, na esteira de canções como “You Don’t Care About Us”, “Pure Morning” e “Every You Every Me”.
Visita mais recente ao Brasil
A visita mais recente do Placebo ao Brasil ocorreu em março de 2024, para show único no Espaço Unimed, em São Paulo. A apresentação repercutiu não apenas pela música, como, também, por uma exigência para que o público não utilizasse celulares. Sobre a performance à época, o repórter Rolf Amaro declarou, em texto para o site IgorMiranda.com.br:
“Fãs de variados graus de dedicação criticaram severamente o repertório fixo que o Placebo vinha apresentando, com muitas músicas novas (dez do disco mais recente) e discutíveis escolhas dos discos antigos. Tal descompasso entre artista e público pareceu tomar forma no baixo movimento. […] A formação expandida ao vivo faz com que a banda soe muito maior e melhor ao vivo, mesmo as músicas da época de trio. Deve vir daí o excesso de confiança que, se os faz desafiar o público e não entregar o que desejam e ainda assim fazer um show bom, pode explicar o número menor de ingressos vendidos.”
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