Alice Cooper sofreu com o vício em drogas e álcool nos anos 1970 e 1980, mas conseguiu superar o problema e garante estar limpo há quatro décadas. Em recente entrevista, o artista declarou quase ter morrido por conta do uso abusivo de crack.
Cooper conversou com a Daily Telegraph (via Louder) a respeito do lançamento de sua autobiografia, que chega oficialmente ao Brasil em 2027. Em determinado momento, citou o problema e afirmou que o vício na substância começou após receber uma orientação falsa de que poderia utilizar cocaína sem se tornar dependente dela.
Ele declarou:
“Esse foi o começo (do uso) do crack, e o crack é, de longe, a droga mais viciante que existe. Foi realmente essa coisa que quase me matou.”
O artista disse só ter conseguido superar o vício tanto em drogas quanto em álcool em 1983, após receber um ultimato da esposa, Sheryl: ou deixaria o problema para trás e reafirmaria seus votos cristãos, ou seria abandonado por ela.
“Assim o fiz. Foi isso que nos permitiu estarmos juntos de novo. Foi quase um alívio ter retornado para a igreja.”
Alice Cooper e os tempos atuais
Por fim, Alice Cooper afirmou que os músicos dos tempos atuais são diferentes em relação à época em que estourou como artista. Ele afirmou:
“Se você está (hoje) em uma banda em turnê, ninguém pode ficar chapado, ninguém nunca bebe, porque agora isso é um grande negócio e você não pode ter um cara que faça isso. Nos anos 1970, você não contratava um cara se ele não estivesse chapado, então todos estavam no mesmo nível.”
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