O Alcest voltará ao Brasil. Como parte de uma turnê pela América Latina, a banda francesa pioneira no blackgaze realizará três shows no país em fevereiro de 2027.
Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro estão no itinerário. Conforme divulgado na última segunda-feira (27), as datas são as seguintes:
- 19 de fevereiro – Teatro Rival Petrobras, Rio de Janeiro
- 20 de fevereiro – Carioca Club, São Paulo
- 21 de fevereiro – Tork n’ Roll, Curitiba
Ingressos já estão à venda no site Clube do Ingresso. Além do país, a agenda inclui o México, Costa Rica, Colômbia, Peru, Chile e Argentina.
O giro divulgará o mais recente disco “Les Chants de l’Aurore” (2024). Segundo o comunicado oficial, o álbum retoma o conceito de utilizar a música “como uma tentativa de acessar um mundo interior relacionado às experiências espirituais” vivenciadas pelo vocalista e guitarrista Stéphane “Neige” Paut desde a infância:
“Eu precisava voltar ao meu mundo interior. É de lá que vêm a maior parte dos meus recursos e da minha inspiração para o Alcest. Para o novo álbum, eu queria fazer o oposto: trazer um pouco de luz para este mundo. Tudo está tão sombrio, e sinto que luz e beleza já não são elementos muito familiares, especialmente no metal.”
Além do cantor, a formação atual inclui o baterista Jean “Winterhalter” Deflandre. O guitarrista Pierre “Zero” Corson e o baixista Indria Saray também atuam como membros de apoio.
Alcest e o Brasil
Essa será a quinta passagem do Alcest pelo Brasil. Anteriormente, o grupo veio ao país em 2014, 2016, 2018 e, mais recentemente, 2023. Em resenha para o site IgorMiranda.com.br, Thiago Zuma escreveu a respeito da última apresentação no Carioca Club, na capital paulista:
“O sucesso do show único na quarta passagem do Alcest pelo Brasil confirmou a gradativa ascensão do grupo francês no país […]. No palco por aproximadamente uma hora e meia, os franceses tiveram uma performance de certa forma tímida. Não houve tanta movimentação exceto por Neige, que também pouco saiu da área central do palco, deixando as laterais para Indria e Zero. As luzes se alternavam normalmente seguindo as cores principais das artes dos discos das músicas executadas, reproduzidas beirando à perfeição, com ajuda de algumas bases de teclados e coros pré-gravados.”
Clique para seguir IgorMiranda.com.br no: Instagram | Bluesky | Twitter | TikTok | Facebook | YouTube | Threads.
