5 histórias bizarramente engraçadas da carreira de Ozzy Osbourne

Morder cabeça de morcego, urinar em monumento histórico e cheirar formigas são alguns dos vários momentos extravagantes do cantor

Maconha, anfetamina, cocaína, heroína. Conhaque, cerveja, charutos, cigarros. Essa foi a rotina diária de Ozzy Osbourne por quase quarenta anos. “Como o senhor ainda está vivo?”, perguntou-lhe um médico em 2009, quando não havia razão médica plausível que explicasse como o cantor continuava de pé e saudável.

No entanto, hoje a realidade é outra: embora esteja sóbrio, Ozzy está longe de estar bem. Diagnosticado com doença de Parkinson em 2019, ele vem gradualmente sucumbindo à doença, pagando o preço de uma vida de excessos e enfrentando dificuldades físicas e mentais que o levaram a anunciar sua aposentadoria dos palcos em fevereiro deste ano.

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Ao longo dos anos, a suposta imortalidade de Ozzy não apenas intrigou a ciência, mas também resultou em momentos bizarros e engraçados que se tornaram parte da história. Embora alguns desses eventos possam não ter ocorrido exatamente como relatado pelo próprio, é mais divertido visualizá-los da maneira que foram imortalizados na mística do rock ‘n’ roll.

Veja a seguir algumas das histórias mais extravagantes protagonizadas por Ozzy Osbourne:

5 histórias bizarramente engraçadas de Ozzy Osbourne

#1 – “Ozzy, você não vai arrancar a cabeça delas”

Apesar do êxito de “Blizzard of Ozz” (1980), o primeiro álbum solo de Ozzy, no Reino Unido, o sucesso nos Estados Unidos tornou-se imperativo para o cantor e sua banda, composta por Randy Rhoads na guitarra, Rudy Sarzo no baixo e Tommy Aldridge na bateria, escaparem da condição precária que, conforme ele relata em sua autobiografia “Eu Sou Ozzy” (Saraiva, 2010), os obrigava a “viver precariamente, dormindo em pulgueiros”.

Naquele tempo, Ozzy como artista solo não passava de um desconhecido na América. Sua futura esposa e empresária, Sharon, não hesitava em lembrá-lo: “Você está começando do zero aqui. É preciso causar uma impressão, mostrar quem você é”.

A caminho da sede da CBS Records, em Los Angeles, para uma reunião crucial sobre o futuro de Ozzy na América, Sharon mostrou a ele duas pombas dentro de uma gaiola e o instruiu: “Quando chegarmos lá, você vai soltar as pombas no ar e elas vão voar pela sala. E aí você vai dizer ‘rock ‘n’ roll’ e fazer o sinal da paz”.

“Por que não arranco a cabeça delas a dentadas?”, perguntou Ozzy, bebendo uma garrafa de Cointreau. “Isso vai causar uma impressão”.

“Sharon só riu, balançou a cabeça e olhou pela janela. ‘Estou falando sério’, continuei. ‘Ozzy, você não vai arrancar a cabeça delas’. ‘Vou, sim’. ‘Não vai, não, tonto’. ‘Com certeza vou. Estou com um pouco de fome esta manhã’. Sharon riu de novo. Eu adorava esse som mais do que qualquer outra coisa no mundo.”

A reunião na CBS foi resumida por Ozzy como um “monte de sorrisos falsos e apertos de mão fracos”.

“Era óbvio que nenhum deles estava nem aí (…) até que eu fiquei puto esperando que Sharon me desse a dica para soltar as pombas no ar. No final, eu me levantei, andei pela sala, sentei-me no braço da cadeira da garota de relações públicas — que só ficava olhando para o relógio — e tirei uma pomba do meu bolso. ‘Ah, que linda’, ela falou, dando outro sorriso falso. E olhou de novo para seu relógio. ‘É isso’, pensei.”

Ozzy abriu a boca ao máximo, arrancou a cabeça da pomba com os dentes e a cuspiu no colo da garota, cobrindo-a de sangue. Em seguida, arremessou a carcaça sobre a mesa, observando enquanto ela se contorcia.

Do outro lado da sala, notou Sharon estremecer. Por um breve momento, o ambiente foi tomado pelo som uníssono da respiração contida, enquanto um fotógrafo no canto registrava cada instante. Foi apenas então que o caos se desencadeou.

“A garota começou a gritar, enquanto um cara de termo correu até a lixeira no canto e vomitou. Os alarmes começaram a tocar, quando alguém gritou no telefone chamando a segurança: ‘Tire esse animal daqui! Agora!’ Nesse momento, tirei a outra pomba do meu bolso. ‘Olá, passarinho’, falei, dando um beijo na cabeça dela. ‘Meu nome é Ozzy Osbourne. E estou aqui para divulgar meu novo disco, ‘Blizzard of Ozz’’. Abri a boca e todo mundo na sala gritou: ‘Nãooooo!’ (…) Mas em vez de arrancar a cabeça dela, deixei-a voar. Ela saiu batendo as asas feliz pela sala. ‘Paz’, falei, quando dois seguranças entraram na sala, agarraram-me pelos braços e me arrastaram para fora.”

Após expulsar Ozzy pela porta principal do edifício, o chefe da segurança advertiu: “Você está proibido de retornar ao prédio da CBS, seu monstro. Se der as caras aqui novamente, vou prendê-lo, está claro?”. Agarrando o cantor pelo colarinho, Sharon o beijou. “Coitada daquela criatura”, comentou ela.

“‘Teremos sorte se a CBS não desistir do disco depois dessa. Eles podem até nos processar. Você é um menino muito mau.’ ‘Então por que você não está me dando uma bronca?’, perguntei, confuso. ‘Porque a imprensa vai adorar isso.’ (…) Pobre pomba. Mas vou dizer uma coisa: causou uma impressão, sem dúvida.”

#2 – “Eu não acabei de comer uma porra de um morcego, comi?”

Na turnê de “Diary of a Madman” nos Estados Unidos, em 1982, durante o show no Veterans Auditorium, em Des Moines, Iowa, em 20 de janeiro, Ozzy Osbourne foi surpreendido quando alguém arremessou um morcego ao palco. Inicialmente, acreditando ser de borracha, ele mordeu a cabeça do animal. “Imediatamente percebi que algo estava errado. Muito errado”, relata em sua autobiografia:  

“Para começar, minha boca ficou instantaneamente cheia de um líquido quente e viscoso, com o gosto mais horrível que dá para imaginar. Eu podia senti-lo passando pelos meus dentes e escorrendo pelo queixo. Aí a cabeça em minha boca se moveu. ‘Oh, puta merda’, pensei. ‘Eu não acabei de comer uma p#rra de um morcego, comi?’”

Ozzy cuspiu a cabeça do morcego, olhou por entre as asas e viu Sharon, com os olhos arregalados, agitando as mãos e gritando: “Nãooooooo!!!!!!!!! É de verdade, é de verdade!”. O cantor foi levado às pressas para a emergência, onde houve a confirmação: o morcego estava vivo, e havia uma boa chance de Ozzy ter contraído raiva.

Foi aí que, segundo o cantor, “o médico apareceu com uma seringa do tamanho de um lança-granadas”. O Madman continua:

“‘Certo, sr. Osbourne’, ele falou. ‘O senhor vai precisar abaixar as calças e se inclinar’. Fiz o que ele mandou. ‘Isso pode doer um pouco’. Foi a última coisa que ouvi. Toda noite, durante o resto da turnê, precisei encontrar um médico e tomar mais injeções: uma em cada lado da bund@, uma em cada coxa, uma em cada braço. Todas doíam demais. Tinha mais buracos em mim do que uma porra de um queijo suíço. Mas era melhor do que pegar raiva, acho.”

Na manhã seguinte, Osbourne era a notícia em quase todo telejornal do planeta.

“Todo mundo achou que eu tinha mordido a cabeça de um morcego de propósito, em vez de ser um simples engano. Por um tempo, fiquei preocupado com nos impedirem de tocar, e alguns lugares realmente nos baniram.”

Os fãs não aliviaram a situação. Após o incidente, passaram a levar objetos cada vez mais bizarros para os shows. Ozzy resumiu a experiência, dizendo: “Subir no palco era como participar de uma convenção de açougueiros”. Ele completa:

“E, é claro, os defensores de animais ficaram loucos. A Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra Animais enviou pessoas para ‘monitorar’ nossos shows (…) Eles até entraram no nosso ônibus em Boston. Lembro desses caras entrando, vendo o Yorkshire-terrier de Sharon e ficando loucos. Um dos caras gritou: ‘Certo, este ônibus não vai para lugar nenhum. Quero esse cachorro levado e protegido. Agora!’ O que eles achavam que ia acontecer? Que íamos começar a destroçar cãezinhos com uma metralhadora no meio de ‘You Lookin’ at Me Lookin’ at You’?”

#3 – “E comecei a mijar numa parede caindo aos pedaços”

A maneira como Ozzy se entregava à bebida durante a turnê de “Diary of a Madman” parecia refletir a letra da música “Suicide Solution”. A sombra da morte pairava sobre ele.

Quando Ozzy bebia no hotel, Sharon, temendo por algo ruim, costumava esconder todas as roupas do futuro marido, impedindo-o de sair e arrumar confusão — a menos que ele decidisse se aventurar pelado na rua.

Essa estratégia funcionava na maioria das vezes. No entanto, chegou o momento da turnê em San Antonio, Texas, em 19 de fevereiro de 1982. Como de costume, Ozzy se embriagou no hotel. E, como de costume, Sharon escondeu suas roupas. “Mas ela cometeu o erro de deixar um dos seus vestidos de festa no quarto”, recorda Ozzy.

“Com alguns rasgos consegui entrar nele. Aí encontrei um par de tênis e saí. Lá fui eu com o vestido de Sharon, perdido, andando com uma garrafa de Courvoisier pelas ruas de San Antonio.”

Aí veio a vontade de ir ao banheiro. Na verdade, como Ozzy descreve:

“Parecia que minha bexiga era um canhão. Eu precisava mijar, ali mesmo, naquele instante (…) Olhei em volta, encontrei uma esquina tranquila e comecei a mijar numa parede caindo aos pedaços. Aí ouvi uma voz atrás de mim.”

Ozzy se deparou com um policial, usando um chapéu de caubói, que o encarava. “Essa parede que você está usando como banheiro é parte do Álamo!”, exclamou o agente antes de derrubar Ozzy no chão e algemá-lo.

O Álamo, conhecido por ser o local da Batalha do Álamo em 1836 durante a Revolução do Texas, é um antigo complexo missionário e fortaleza que hoje funciona como museu e símbolo histórico. Em “Eu Sou Ozzy”, o cantor revela que, embora já tivesse ouvido falar, não havia feito a conexão entre a parede em que estava urinando e as ruínas do monumento nacional. “Fiquei na cadeia por umas três horas”, relata ele.

“Fui fichado por bebedeira em público, em vez de algo mais pesado como vandalismo contra monumento, que poderia acabar em um ano de prisão. E eles me deixaram sair a tempo de fazer o show.”

Na sua autobiografia, Ozzy admite que urinar na parede do Álamo não foi a coisa mais inteligente que fez. Alguns anos depois, ele pediu desculpas pessoalmente ao prefeito de San Antonio, comprometendo-se a nunca mais repetir tal ato, e ainda fez uma doação de dez mil dólares para as Filhas da República do Texas, uma organização dedicada à promoção e preservação de documentos e locais históricos do estado.

Osbourne só retornaria à cidade dez anos depois, durante a turnê de “No More Tears” (1991). Na ocasião, um menino mexicano o questionou: “É verdade que você foi preso mijando no Álamo?”.

“‘É’, respondi. ‘É verdade’. ‘Que m#rda, cara’, ele falou. ‘Mijamos lá toda noite quando vamos para casa’.”

#4 – “Colocou o canudo no nariz e mandou toda a fila de formigas para dentro”

“As pessoas me contam histórias sobre essa turnê e não tenho ideia se são verdades ou mentiras”, escreve Ozzy Osbourne a respeito da turnê de “Bark at the Moon” que trouxe o Mötley Crüe como banda de abertura.

Segundo Sharon em entrevista a Tom Beaujour e Richard Bienstock, autores de “Nöthin’ But a Good Time” (Estética Torta, 2022):

“Era uma p#taria desenfreada. Uma confusão só. Ozzy mijando nos carros da polícia sem se dar conta do que estava fazendo; enfim, coisas desse tipo. Eu me sentia como a estraga-prazeres, porque sempre tentava afastar o Ozzy dos caras do Mötley. Eu dizia: ‘Um de vocês vai acabar morrendo, e não vai ser o meu marido’.”

Foi durante esse giro que Ozzy, supostamente, cheirou formigas. “É possível. Eu estava doido o tempo todo”, admite.

Em “The Dirt” (Regan Books, 2001), Nikki Sixx, baixista do Mötley Crüe, confirma o ocorrido da seguinte forma:

“Ozzy pediu cocaína, mas não tínhamos. Então, se contentou com um canudo. Entreguei o canudo e ele caminhou até uma fresta na calçada e se inclinou. Vi uma longa fila de formigas, marchando para um pequeno formigueiro. Pensei: ‘Não, ele não faria isso’, e ele fez. Ozzy colocou o canudo no nariz e mandou toda a fila de formigas para dentro.”

Então guitarrista da banda de Ozzy, Jake E. Lee estava presente durante todo esse episódio, e sua versão difere um pouco da narrativa dos demais. Como ele era o único sóbrio na ocasião, relata em “Nöthin’ But a Good Time”:

“Ficamos na piscina do hotel durante o dia, e o Ozzy estava lá se gabando de como estava ficando em forma (…) E acho que foi o Nikki quem disse: ‘Ah é? Quantas flexões você consegue fazer?’. E então eles fizeram uma competição de flexões (…) Então fizeram uma competição de abdominais, que Ozzy também perdeu. Então o Nikki disse: ‘Bem, vamos mudar as regras’ e puxou o p@u pra fora e começou a mijar. O Ozzy estava sentado no chão e nós olhamos pra ele pra ver o que ele iria fazer. Ele tinha uma expressão engraçada no rosto. Foi quando pude ver que ele estava mijando na calça enquanto sentado. Uma poça de urina começou a se formar ao redor dele (…) o mijo era verde-limão, quase fluorescente. Então o Nikki olha para ele com cara de ‘Não sei se isso me supera…’. E então o Ozzy ficou de joelhos e começou a lamber a própria urina. Foi aí que juntei as minhas coisas e disse: ‘Ok, pra mim já deu’.”

Quando estava partindo, Jake testemunhou Ozzy cheirando algo no chão, que se presume ser uma fileira de formigas. No entanto, em uma entrevista ao Tone-Talk, ele esclareceu que não eram esses insetos que estavam sendo aspirados pelo canudo, mas sim aranhas.

“Ele cheirou uma aranhinha que estava lá. Não houve carreira de formigas. Tommy [Lee, baterista do Mötley Crüe], Nikki e Ozzy disseram isso, mas estavam drogados. Eu não estava. Só queria pegar um bronze.”

#5 – “Isso é dentro da minha bund@?”

Em 2002, “The Osbournes” era o principal reality show do planeta. Para lidar com o estresse, Ozzy recorria à bebida diariamente. “E ainda tomava todo tipo de remédio que conseguisse encontrar”, relata.

“Em um momento, cheguei a tomar 42 tipos diferentes de pílulas por dia: sedativo, remédio para dormir, antidepressivo, anfetamina, anticonvulsivo, antipsicótico. Eu tomava todos eles. Estava ingerindo uma quantidade inacreditável de drogas. Metade delas era só para cancelar os efeitos colaterais das outras.”

No entanto, nenhuma delas lhe proporcionava alívio. Foi nessa época que ele começou a desenvolver um leve problema de gagueira. “Achei que aquilo era o começo do fim”, confessa.

“A qualquer momento, pensei, um médico vai me puxar de lado e dizer: ‘Sinto muito, sr. Osbourne, mas os testes retornaram e o senhor tem esclerose múltipla’. Ou doença de Parkinson. Ou algo igualmente horrível. Comecei a ficar preocupado com isso. Lembro de ter assistido a uns clipes de ‘The Osbournes’ — e nem eu entendia o que estava falando (…) Parecia existir só uma explicação racional para tudo isso. Eu estava morrendo.”

A cada semana, Ozzy se submetia a um novo exame. Em determinado momento, ao consultar um especialista em câncer, este sugeriu que o cantor realizasse uma colonoscopia. Em “Eu Sou Ozzy”, ele descreve os preparativos:

“Ele [o médico] me deu um kit para preparar minha bund@ para o close. Eram basicamente quatro garrafas com um líquido e era preciso beber duas delas à tarde, cagar tudo que conseguisse, lavar, beber as outras duas, c#gar de novo e ficar sem comer pelas vinte e quatro horas seguintes. Dava para ver a luz solar através da minha bund@, de tão limpa.”

No dia do exame, o médico instruiu Ozzy a deitar-se numa mesa e posicionar os joelhos no peito. Administrando uma injeção do analgésico Demerol, iniciou o procedimento, inserindo um tubo flexível com uma pequena câmera na ponta pela passagem retal. Ozzy fechou os olhos e, ao abri-los novamente…

“Uma enorme TV de tela plana estava mostrando uma imagem de alta definição de uma grande caverna vermelha. ‘Isso é dentro da minha bund@?’, perguntei. ‘Como é que você não está dormindo?, perguntou o médico. ‘Não sei.’ ‘Não se sente tonto?’ ‘Não mesmo.’ ‘Nem mesmo um pouco?’ ‘Nada.’ ‘Vou dar um pouco mais de Demerol.’ ‘Você é quem manda, doutor.’ Ele me deu outra injeção daquela maravilha. Dois minutos depois, perguntou: ‘Como você está se sentindo?’ ‘Bem, obrigado’, disse, ainda olhando a Viagem ao Centro da Minha Bund@ na tela da TV. ‘Jesus Cristo. Você ainda está acordado? Vou dar outra injeção’. ‘Manda bala’.”

Mais minutos se passaram. “E agora, sr. Osbourne? Pisque se puder me ouvir”.

“‘Piscar? Por que não posso falar?’ ‘Isso é impossível! Você não é humano!’ ‘Como posso dormir durante este exame?’, perguntei. ‘A qualquer minuto você vai encontrar um par de abotoaduras perdidas ou talvez um velho relógio, talvez uma calcinha da Sharon’. ‘Não posso permitir que fique acordado. Vou aplicar uma última inje…’ Desmaiei. Quando terminou, o médico me contou que tinha encontrado algumas protuberâncias anormais na minha bund@ e precisava mandá-las para análise. ‘Nada para se preocupar’, ele disse. E estava certo, porque quando os resultados dos testes voltaram, estava tudo bem.”

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Marcelo Vieira
Marcelo Vieirahttp://www.marcelovieiramusic.com.br
Marcelo Vieira é jornalista graduado pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA), com especialização em Produção Editorial pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Há mais de dez anos atua no mercado editorial como editor de livros e tradutor freelancer. Escreve sobre música desde 2006, com passagens por veículos como Collector's Room, Metal Na Lata e Rock Brigade Magazine, para os quais realizou entrevistas com artistas nacionais e internacionais, cobriu shows e festivais, e resenhou centenas de álbuns, tanto clássicos como lançamentos, do rock e do metal.

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