Richie Kotzen revela se preferiu tocar no Poison ou Mr. Big

Guitarrista viveu situações complicadas nas duas bandas, ocupando as vagas de C.C. DeVille e Paul Gilbert

Richie Kotzen fez parte de duas bandas conhecidas do cenário hard rock. Primeiro, integrou o Poison entre 1991 e 1993, na vaga deixada por C.C. DeVille. Já entre 1999 e 2002, tocou com o Mr. Big, após a saída de Paul Gilbert.

Durante participação no Rockin’ Metal Revival (via Ultimate Guitar), em 2021, o guitarrista foi questionado sobre qual das duas bandas ofereceu o que ele definiria como sua passagem preferida. Em resposta, declarou:

“Acho que o Poison foi uma experiência mais significativa, pois eles ainda eram uma banda muito popular. No ano anterior à minha entrada tinham feito a turnê de Rock mais lucrativa segundo a People Magazine. Então, ainda era uma máquina gigante, algo muito especial”.

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Richie Kotzen e Poison

Após gravar o álbum “Native Tongue” em 1993, Kotzen realizou parte da turnê de divulgação. Porém, a situação desandou após os músicos descobrirem sua relação com Deanna Eve, ex-noiva do baterista Rikki Rockett. Os dois ficaram cinco anos juntos e tiveram uma filha, August, que segue carreira na música atualmente.

Em declaração à Radio Forrest (transcrita pelo Blabbermouth), Richie deixou claro que as rusgas ficaram no passado.

“Nos encontramos logo depois de tudo isso. E, na verdade, o baixista (Bobby Dall) e eu nos sentamos uma noite no Rainbow Bar e batemos um papo. Isso foi talvez cinco anos depois, então as coisas ainda eram relativamente recentes. Mas o engraçado é que encontrei Bret Michaels nos bastidores do acampamento Rock Fantasy, e nos abraçamos. Ele disse ‘Ei, eu te amo, irmão. Ótimo ver você’. Tivemos uma ótima conversa. CC eu encontrei quando estava em turnê com o The Winery Dogs em 2019. O engraçado é que o manager das minhas turnês é o mesmo que o acompanha na estrada. Isso é totalmente irônico, estamos conectados. Mas a parte mais maluca disso é que minha esposa Julia é baixista e fez um show com Rikki Rockett tocando bateria. E eu realmente ouvi … Rikki estava no camarim quando eu estava descendo o corredor e ouvi meu nome ser mencionado. Alguém deve ter perguntado algo a ele. E eu ouvi Rikki dizer: ‘Eu não dou a mínima. Não vejo o cara há 20 anos. Não me importo mais com o que houve’. Então fui até ele, disse olá e apertei sua mão”.

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Quanto à outra banda citada, mesmo tendo sido basicamente um trabalho que se resumiu à Ásia e com todas as brigas que precisou aturar, deixou boas recordações. 

“O Mr. Big também foi especial. Sempre fui fã de Billy Sheehan (baixista), era um sonho poder trabalhar com ele. Já conhecia Eric (Martin, vocalista) de muito antes, à época do meu primeiro disco solo. Fizemos uma jam durante uma premiação em San Francisco, os membros do Journey também participaram”.

Climão no Mr. Big

Kotzen gravou os álbuns de estúdio “Get Over It” (1999) e “Actual Size” (2001) com o grupo. Em entrevistas, confessou ter sofrido muito mais no Mr. Big do que no Poison. Ao Examiner, falando sobre o processo de gravação do segundo disco, afirmou:

“Tivemos a ideia de fazê-lo em minha casa, então de repente a banda está toda lá. Não é segredo que muito antes de eu entrar, os músicos já não se gostavam. Ao trabalharmos no álbum, não me dei conta que além de fazê-los funcionar nessas gravações, eu teria que ficar paranoico pensando ‘por que diabos eles não se gostam?’ dentro de minha casa. Foi muito ruim.”

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João Renato Alves
João Renato Alveshttps://twitter.com/vandohalen
João Renato Alves é jornalista, 40 anos, graduado pela Universidade de Cruz Alta (RS) e pós-graduado em Comunicação e Mídias Digitais. Colabora com o Whiplash desde 2002 e administra as páginas da Van do Halen desde 2009. Começou a ouvir Rock na primeira metade dos anos 1990 e nunca mais parou.

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