De Led Zeppelin a Van Halen, os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson

Vocalista do Iron Maiden incluiu série de clássicos do rock entre seus trabalhos prediletos

Entre os vários programas que comandou para a BBC, Bruce Dickinson registrou a série “Masters of Rock” em 2007 para a Radio 2. Com seis episódios, a produção percorria a história do estilo, com entrevistas e curiosidades.

Em determinado momento, coube ao vocalista do Iron Maiden citar seus 15 álbuns preferidos. São eles:

  • “In Rock” – Deep Purple (1970)
  • Are You Experienced” – Jimi Hendrix Experience (1967)
  • “Aqualung” – Jethro Tull (1971)
  • Led Zeppelin IV” – Led Zeppelin (1971)
  • Vol. 4” – Black Sabbath (1972)
  • “Rising” – Rainbow (1976)
  • “Live and Dangerous” – Thin Lizzy (1976)
  • Van Halen” – Van Halen (1978)
  • “Live Bootleg” – Aerosmith (1978)
  • “Strangers In The Night” – UFO (1979)
  • British Steel” – Judas Priest (1980)
  • Blizzard of Ozz” – Ozzy Osbourne (1980)
  • Back in Black” – AC/DC (1980)
  • “Come An’ Get It” – Whitesnake (1981)
  • The Number of the Beast” – Iron Maiden (1982)

Bruce Dickinson e seus álbuns favoritos

O primeiro citado foi o disco que mudou a vida do jovem Bruce, como o próprio já citou em várias entrevistas e em sua biografia, “Para Que Serve Esse Botão?”. Tudo aconteceu nos tempos de pensão escolar.

“Certo dia, ao vagar pelos corredores para onde vazava a música dos quartos individuais da Sidney House, me vi forçado a parar. Que diabo era aquilo? Decidi bater à porta. O veterano olhou para mim de forma implacável.

– O que você quer?

– Hum… que música é essa?

– Ah, isso. Deep Purple. ‘Speed King’, do Deep Purple In Rock.

E então revirou os olhos e fechou a porta. Minhas entranhas continuavam a se retorcer. Eu queria música.”

Posteriormente, Dickinson compraria o disco de segunda mão. E a idolatria seguiu, superando outro gigante contemporâneo, como o próprio confessou ao Loudwire em 2015.

“Sempre fui mais fã do Deep Purple do que do Led Zeppelin, que foi adotado pelas rádios americanas pelo seu estilo. Devo confessar que gostava mais das raízes folk do Zeppelin do que realmente de seu lado blues, que era mais uma cópia do que se fazia nos Estados Unidos antes de eles existirem.”

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