Foto: Josh Cheuse / divulgação

AC/DC era o bebê de Malcolm Young, que apoiava continuidade, segundo Angus

O AC/DC era o bebê do guitarrista Malcolm Young, falecido em 2017, e havia apoio à continuidade sem sua presença. É o que diz o irmão do saudoso músico, Angus Young, em entrevista.

O AC/DC era o bebê do guitarrista Malcolm Young, falecido em 2017. É o que diz o irmão do saudoso músico, Angus Young, em um vídeo publicado no canal da banda no YouTube.

O grupo lançará o álbum ‘Power Up‘ no próximo dia 13 de novembro e o projeto será dedicado a Malcolm Young, assim como ‘Back in Black’, clássico de 1980, foi produzido em memória do vocalista Bon Scott, morto em 1980. Angus reforçou essa mensagem no vídeo e destacou a importância da banda para o irmão.

“Sei que Mal não está mais conosco, mas ele está conosco em espírito. Essa banda era o bebê dele, a vida dele. Ele sempre dizia: ‘deve-se seguir adiante’. A grande frase dele, que sempre dizia, era: ‘Se você é um músico, é um pouco como estar no Titanic – a banda afunda com o navio’. Era assim que ele via”, afirmou.

Em outra entrevista, Angus comentou que Malcolm sentiria orgulho do trabalho do AC/DC em ‘Power Up’. “Até o título, ‘Power Up’, soa como ele. Quando ele tocava guitarra, parecia que havia duas pessoas tocando”, disse, destacando a habilidade do irmão.

À ‘Rolling Stone’, o guitarrista destacou: “Este álbum é basicamente dedicado a Malcolm, meu irmão. É uma homenagem a ele como ‘Back in Black‘ foi uma homenagem a Bon Scott”, afirmou Angus, que também perdeu George Young, irmão mais velho dele e de Malcolm, um mês antes, em outubro de 2017.

Ele, aliás, Angus, aliás, confirma que várias ideias de riffs presentes em ‘Power Up’ foram compostas ao lado de Malcolm. Entretanto, o guitarrista rítmico não terá nenhuma gravação usada no álbum. As bases são todas de Stevie Young.

A maior parte das composições usadas veio das sessões de ‘Black Ice’. “Houve muitas ótimas ideias para músicas daquela época. Naquela época, ele me disse: ‘vamos deixar essas músicas por enquanto e se continuarmos, já vamos estar no mar… pegamos essas ideias no próximo’. Isso ficou na minha mente. Quando ouvi o material, pensei: ‘se eu tiver que fazer alguma coisa na minha vida, será trabalhar nessas músicas’. […] Mesmo quando me sento em casa, pego a guitarra e começo a tocar, a primeira coisa que me passa pela cabeça é: ‘acho que Mal vai gostar desse riff que estou tocando’. É assim que julgo muitas coisas”, declarou.

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