Baterista do Linkin Park é criticado após tocar Iron Maiden em desafio da Drumeo

Colin Brittain não conhecia o clássico “Hallowed Be Thy Name” e tentou aprendê-lo numa única tentativa durante participação no quadro "For the First Time"

Colin Brittain, baterista do Linkin Park, participou de um desafio da Drumeo. Em vídeo publicado como parte do quadro “For The First Time”, o músico precisou aprendeu a tocar “Hallowed Be Thy Name”, clássico do Iron Maiden, sem conhecer a canção previamente. 

O apresentador Brandon Toews trouxe como primeiras opções para o instrumentista as faixas “Epic”, do Faith no More; “Savior”, do Rise Against; “Denial”, do Sevendust; “Beautiful Disaster”, do 311; e “Square Hammer”, do Ghost. Só que o membro já sabia todas e não reconheceu apenas o hit da Donzela de Ferro, o que motivou a escolha. 

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Basicamente, o artista “criou” uma nova linha para o instrumento enquanto ainda ouvia a faixa pela primeira vez — diferente de outros participantes que passaram mais tempo estudando a canção antes de tentar executá-la. Ele explicou o motivo:

“Tudo bem simplesmente sair tocando como eu acabei de fazer? Porque é exatamente o que eu faria em uma jam. Se alguém me mostrasse alguma coisa e dissesse: ‘só faça sua primeira tentativa no estúdio’, eu simplesmente tocaria desse jeito.”

Veja o resultado abaixo: 

Ao descobrir que havia tocado uma música do Iron Maiden, Colin afirmou que não conhecia nenhuma canção da banda, pediu desculpas e pediu para que o público “não o odiasse”, destacando que gostou do trabalho do saudoso Clive Burr. Porém, acabou recebendo críticas do mesmo jeito. 

Um internauta escreveu na seção de comentários que “o cara simplesmente transformou uma música do Maiden em uma do The Offspring”. Já outro destacou que “a música merecia que mais tempo fosse dedicado a ela”, enquanto mais um observou: “um ótimo exemplo de por que é importante ouvir uma música antes de tentar tocá-la, há algumas coisas legais aqui, mas ele simplesmente está jogando um monte de coisas aleatórias na bateria, sem pensar em como fazê-las funcionar com a música de fato”. 

Por sua vez, uma pessoa ironizou: “um baterista de rock ouvindo Iron Maiden pela primeira vez em 2026, já no fim dos 30 anos? Bom, isso é realmente algo”. Outra observou: “ele tentou terminar a música tantas vezes”.

Houve também quem defendesse Brittain. No Instagram, por exemplo, um perfil pontuou que “o jeito como as pessoas constrangem alguém por nunca ter ouvido uma música específica é ridículo”.

Linkin Park atualmente

O Linkin Park escolheu São Paulo para fazer o show de lançamento do álbum “From Zero”. Nos dias 15 e 16 de novembro de 2024, a banda tocou no Nubank Parque, estreando a faixa “Two Faced”, e transmitiu nacionalmente a primeira apresentação na íntegra pelo Multishow. Já o resto do mundo pôde ver as seis faixas iniciais pelo YouTube e, ao fim, recebeu o aviso de que o concerto viraria um filme no ano seguinte. 

Demorou para que os fãs tivessem atualizações a respeito da produção que, agora, foi anunciada oficialmente. Chamado “Unshatter”, o longa-metragem, responsável por também abordar o retorno do grupo no mencionado ano, finalmente chega aos cinemas mundiais no dia 30 de setembro. 

Como destacado em comunicado, além da performance na capital paulista, o filme combina “imagens de arquivo, registros inéditos dos bastidores e momentos íntimos em estúdio”. Assim, a história acompanha a nova formação do grupo com a vocalista Emily Armstrong e o baterista Colin Brittain “desde as primeiras sessões de gravação, em 2022, passando pela criação de ‘From Zero’ até o retorno da banda aos palcos mundiais”.

Joe Hahn, DJ, assinou a direção. Em comunicado, o músico explicou a ideia por trás de “Unshatter”:

“‘Unshatter’ retrata um momento muito específico da história do Linkin Park e documenta um caminho marcado por perda, incertezas, amizade e reinvenção. Espero que os fãs de longa data descubram aspectos da nossa trajetória que nunca viram antes, e que quem está conhecendo nossa música agora possa entender melhor como chegamos até aqui. Mas, para além da história do Linkin Park, espero que as pessoas se conectem com o filme como uma narrativa sobre relacionamentos, resiliência e o que realmente significa seguir em frente quando nem todas as respostas estão claras.”

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Maria Eloisa Barbosa
Maria Eloisa Barbosahttps://igormiranda.com.br/
Maria Eloisa Barbosa é jornalista, 24 anos, formada pela Faculdade Cásper Líbero. Colabora com o site Keeping Track e trabalha como assistente de conteúdo na Rádio Alpha Fm, em São Paulo.

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