Johnny Depp é acusado de abuso sexual por Amber Heard antes de julgamento

Ator e músico acusa a ex-esposa, também atriz, de difamação via imprensa para alavancar a carreira, pedindo indenização de US$ 50 milhões

Iniciado nesta terça-feira (12) em Virginia, Estados Unidos, o julgamento do processo que Johnny Depp move contra Amber Heard teve momentos tensos. O ator e músico acusa a ex-esposa de difamação via imprensa visando alavancar a carreira. Ele pede uma indenização de US$ 50 milhões pelos danos causados.

Os advogados de Amber alegam que Depp é “um ex-marido obcecado por vingança”, que visa apenas destruir a vida da cliente. Além das já conhecidas acusações de agressão, incluindo chutes, socos e tentativas de sufocamento, Heard incluiu uma nova alegação de abuso sexual. De acordo com os detalhes, Johnny teria usado uma garrafa de bebida para praticar o ato.

Nos próximos dias, o julgamento se aprofundará nas questões sobre violência doméstica e abuso de drogas. Johnny Depp usa um editorial escrito por Amber Heard ao Washington Post. Nele, a atriz não faz referências ao ex-marido, mas expõe situações pelas quais teria passado durante o relacionamento. A defesa alega que ela estava falando sobre sua vida e o processo de seguir em frente.

Em 2020, Depp perdeu um processo onde acionava o jornal The Sun por ter sido chamado de “espancador de esposas”. À época, o juiz analisou a questão e concluiu que a expressão era válida tendo em vista que as alegações de Heard foram consideradas “substancialmente verdadeiras”, não cabendo a acusação de difamação.

Johnny Depp e Amber Heard se casaram em 2015, após três anos namorando. A união se desfez após 25 meses.

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