Foto: Cristina Arrigoni

Backing vocal dos Rolling Stones faz shows solo de graça porque acham que ele cobra caro

Bernard Fowler integra a formação de apoio da lendária banda de rock desde 1989; antes, trabalhou em projeto de Mick Jagger

O cantor Bernard Fowler atua como backing vocal dos Rolling Stones desde a turnê de “Steel Wheels”, álbum lançado em 1989. No ano anterior, já havia trabalhado com Mick Jagger em sua super banda solo, que contava com nomes como Joe Satriani, Doug Wimbish (Living Colour) e Simon Phillips (Toto, MSG, Judas Priest).

Com um currículo desses, propostas para outros trabalhos não devem faltar, certo? Bem… nem tanto.

Em entrevista à Rolling Stone, Bernard lembrou uma conversa que teve com o baixista Darryl Jones em 1993, quando este recém havia sido integrado ao grupo de apoio do então quarteto.

“Lembro de dizer a ele que era uma faca de dois gumes. As pessoas pensam que, como você atingiu esse status, será muito caro lhe chamar para algo. Então, ficam com medo de entrar em contato.”

O cantor, então, precisou adotar uma estratégia para mostrar que o pensamento em questão era equivocado.

“Chegou a um ponto em que começamos a fazer shows de graça como forma de mostrar que estávamos disponíveis. Era uma forma de deixar o recado: ‘ei, estamos aqui, podem nos chamar’.”

Sobre Bernard Fowler

Com 60 anos, Bernard Fowler tem três álbuns solos no currículo: “Friends With Privileges” (2006), “The Bura” (2015) e “Inside Out” (2019).

Também já excursionou e gravou com Herbie Hancock, PiL, Bootsy Collins, Charly Garcia, Alice Cooper, Duran Duran e Michael Hutchence, entre outros.

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