Os 10 melhores discos de hair metal do século 21, na opinião do Crazy Lixx

Lista apresentada pelo vocalista Danny Rexon traz clássicos modernos e álbuns não muito conhecidos, mas não menos marcantes

Os suecos do Crazy Lixx são uma das bandas responsáveis por carregar a tocha do hair metal nos dias de hoje.

Recentemente, o grupo lançou seu novo álbum de estúdio, “Street Lethal” — e anunciou shows no Brasil para março de 2024. Aproveitando a ocasião, o Loudwire convidou o vocalista Danny Rexon para indicar dez discos que carregam o mais puro sabor da farofa oitentista na geração atual.

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Confira a lista a seguir.

The Darkness, ‘Permission to Land’ (2003): “Nenhuma lista como esta poderia começar com outro álbum. Em uma época em que o deprimente nu-metal e a morte melódica dominavam o gênero metal, esses rapazes britânicos chegaram com diversão, brilho e extravagância, mostrando ao mundo que ainda poderia haver uma alternativa positiva e edificante na música rock”.

Hardcore Superstar, ‘Hardcore Superstar’ (2005): “Combinar riffs de thrash metal com uma atitude punky/sleazy e melodias cativantes para cantar junto (e dando origem ao gênero paralelo de ‘Street Metal’ no processo) provou ser um empreendimento de sucesso que lançou a carreira de Hardcore Superstar ao topo da cena. Para mim ainda é o melhor álbum que eles já fizeram”.

Crashdïet, ‘Rest in Sleaze’ (2005): “Infelizmente, devido à morte prematura do vocalista e compositor principal Dave Lepard em 2006, o disco de estreia desta banda de Sleaze Metal de Estocolmo é o único com a formação original. O álbum fez muito para dar início ao renascimento do gênero na Suécia e a imagem do grupo logo gerou uma miríade de jovens aspirantes a bandas de sleaze metal (que eram, infelizmente, muitas vezes só aparências e sem musicalidade)”.

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Marcello-Vestry, ‘Marcello-Vestry’ (2008): “Sim, a produção é um pouco desatualizada para os padrões de hoje e é realmente nada mais do que um projeto de estúdio de dois caras que nunca fez qualquer turnê. Mas não posso deixar de amar um álbum que soa mais Danger Danger do que o próprio Danger Danger. Músicas extravagantes e melódicas com letras exageradas e um trabalho incrível de guitarra de Rob Marcello. Coisa fina!”

Steel Panther, ‘Feel the Steel’ (2009): “Claro, pode ser uma espécie de paródia do gênero e eu sei que algumas pessoas não gostam da imagem e atitude exageradas. Mas não há como negar que esses caras sabiam o que estavam fazendo e compartilhavam um amor genuíno pela música. Apenas ouça este álbum se você tiver alguma dúvida sobre isso… mas não espere nenhum significado profundo nas letras”.

Crazy Lixx, ‘New Religion’ (2010): “Colocar seu próprio álbum em uma lista como esta é sempre uma ideia idiota, mas o Crazy Lixx inegavelmente foi uma grande parte do renascimento desse gênero, tanto no mercado interno quanto no exterior. Talvez este álbum, mais do que outros, tenha marcado o início de nossa carreira internacional”.

Bad City, ‘Welcome to the Wasteland’ (2010): “Um álbum criminosamente subestimado deste grupo bastante desconhecido dos EUA, que atraiu a atenção do KISS e do Slash quando foi lançado (nota do editor: há até uma música intitulada “Call Paul Stanley”). Apenas um disco foi feito – o vocalista Josh Caddy cumpriu muitos anos de prisão após uma condenação em 2011 por agressão sexual, mas que álbum de estreia ele é”.

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Reckless Love, ‘Animal Attraction’ (2011): “O vocalista Ollie Herman nunca foi um bom substituto para o falecido Dave Lepard no Crashdïet, mas a música divertida e alegre de Reckless Love se encaixa nele como uma luva. Mais orientado para o teclado e pop do que a maioria das entradas nessa lista, mas ainda é um ótimo álbum quando você está com esse humor”.

H.E.A.T., ‘Address the Nation’ (2012): “Talvez seja um pouco forçado chamar o H.E.A.T de hair ou glam metal, mas eles definitivamente compartilham o mesmo tipo de público que muitas das outras bandas da lista. Excelente musicalidade e composições, com uma produção matadora (algo que estava faltando um pouco nos dois primeiros álbuns da banda, na minha opinião) resultou no meu nº 1 pessoal na discografia da banda”.

Wildness, ‘Ultimate Demise’ (2020): “Wildness é uma das bandas da nova geração, provavelmente inspirando-se em várias das anteriores desta lista e combinando-as com mais metal melódico, teclados e, às vezes, até elementos de synthwave. É este o som futuro do gênero hair metal? Você me diz! Mas se for, com certeza não vou reclamar”.

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João Renato Alves
João Renato Alveshttps://twitter.com/vandohalen
João Renato Alves é jornalista, 40 anos, graduado pela Universidade de Cruz Alta (RS) e pós-graduado em Comunicação e Mídias Digitais. Colabora com o Whiplash desde 2002 e administra as páginas da Van do Halen desde 2009. Começou a ouvir Rock na primeira metade dos anos 1990 e nunca mais parou.

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