Revelação do rock retrô, Children of the Sün lança o álbum “Roots”

Em segundo disco de estúdio, grupo sueco mostra senso melódico apurado e busca refinar sonoridade do trabalho de estreia, “Flowers”

O Children of the Sün lançou seu segundo álbum de estúdio nas plataformas digitais. Intitulado “Roots”, o trabalho chega a público por meio da gravadora The Sign Records.

Com influências que vão de Led Zeppelin a Joni Mitchell e de Janis Joplin a Rival Sons, o sexteto sueco formado por Josefina Berglund Ekholm (voz), Ottilia Berglund Ekholm (coro), Wilma Ås (coro e teclados), Jacob Hellenrud (guitarra), Ida Wahl (baixo) e Johan Lööf (bateria) traz uma sonoridade bem orientada ao rock clássico. Apesar do olhar ao passado, há frescor nas composições, que trazem o apurado senso melódico tão típico de grupos da Escandinávia.

De acordo com os próprios músicos, “Roots” traz uma sonoridade mais refinada e estruturalmente mais direta que o disco anterior, “Flowers” (2019), que foi lançado no Brasil pela Hellion Records. De fato há momentos mais elaborados e até introspectivos entre as 11 músicas e duas vinhetas presentes no material, mas o blues/heavy rock retrô que fez o grupo ser notado anteriormente segue na linha de frente.

O novo trabalho está saindo no exterior em formatos como CD digipack e LP (edições limitadas em roxo e amarelo escuro), além do digital.

Ouça “Roots” a seguir, via Spotify, ou clique aqui para conferir em outras plataformas digitais.

O álbum está na playlist de lançamentos do site, atualizada semanalmente com as melhores novidades do rock e metal. Siga e dê o play!

Children of the Sun – “Roots”

  1. Reflection
  2. Leaves
  3. Blood Boils Hot
  4. Gaslighting
  5. Eden
  6. Willow Tree
  7. Roots
  8. Man In The Moon
  9. The Soul
  10. In Silva
  11. Thunder
  12. Reaching For Sun
  13. Epilogue

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1 comentário
  1. Ótima dica! Tenho o primeiro álbum da banda aqui em casa, e gosto muito. Pelo que eu ouvi, porém, este segundo trabalho é bem superior, tanto na composição como nos arranjos e nas performances. Há mais elementos musicais envolvidos e mais variações de tom do que no disco de estreia. Discaço. Será que a Hellion vai lançar por aqui? Espero que sim!

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