Foto: Daniel Boud

Midnight Oil lança a música “Rising Seas” e conscientiza em meio à COP26

Canção que reflete sobre o meio ambiente estará em próximo álbum da banda, o último gravado com o falecido baixista Bones Hillman

O Midnight Oil lançou uma música inédita, “Rising Seas”, às vésperas da conferência crucial das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26).

A faixa, como esperado, busca conscientizar sobre os danos que os seres humanos têm provocado ao meio ambiente. O comunicado oficial sobre a canção diz:

“Os mantos de gelo estão derretendo com o ‘aumento da temperatura’ e, ainda assim, a Austrália está arrastando a cadeia global para uma ação real sobre metas significativas de emissão de carbono. A canção intransigente adiciona a voz única da banda à bilhões de outras ao redor do mundo que buscam um futuro seguro, habitável e justo para o planeta.”

Assista ao videoclipe de “Rising Seas” a seguir ou clique aqui para conferir em plataformas digitais.

“Rising Seas” também é a primeira amostra de um novo álbum de estúdio do Midnight Oil, que foi criado ao mesmo tempo que seu colaborativo “The Makarrata Project”. Ambos os trabalhos foram gravados antes da pandemia, com o agora falecido baixista Bones Hillman.

O disco deveria ter sido lançado no início de outubro, mas estreará no começo do próximo ano, quando poderá ser acompanhado por shows ao vivo – incluindo uma aparição no Bluesfest, na Páscoa. No entanto, a banda decidiu lançar essa única música agora, dada sua relevância particular, na véspera da importante reunião em Glasgow.

O guitarrista e compositor Jim Moginie comentou:

“Queremos muito lançar ‘Rising Seas’ desde que começamos a criá-la, há dois anos. A crise climática exige um verdadeiro senso de urgência, então decidimos não esperar mais para compartilhá-la”.

O vocalista Peter Garrett complementou:

“Encorajamos todos a fazerem suas vozes serem ouvidas de sua própria maneira nesta questão existencial. O primeiro-ministro está brincando enquanto a Austrália literalmente arde. Scott Morrison pode ter aceitado relutantemente as emissões líquidas zero até 2050, mas isso está longe de ser o suficiente. Parar de utilizar carvão ou gás e um plano claro para reduzir a poluição de carbono em pelo menos 65% abaixo dos níveis de 2010 até 2030 é urgentemente necessário.”

O single está em minha playlist de lançamentos, atualizada semanalmente. Siga e dê o play:

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