Foto: Anton Corbijn

Por que o Metallica ainda não atingiu seu auge como banda, segundo Kirk Hammett

Guitarrista acredita que o grupo ainda tem muita lenha para queimar; segundo baixista Robert Trujillo, falta de ideias não é problema

O Metallica está completando 40 anos de uma carreira que teve altos e baixos, mas nunca deixou a desejar quando se fala em relevância. Apesar da longa estrada percorrida, o guitarrista Kirk Hammett acredita que o grupo ainda não chegou ao seu auge – o baixista Robert Trujillo concordou com o colega.

A dupla fez uma aparição no programa de TV NBC Sports, onde eles comentaram sobre um jogo de beisebol entre o San Francisco Giants (time para o qual torcem) e o Los Angeles Dodgers. Durante a entrevista, com transcrição do Loudwire, Hammett fez sua reflexão sobre o passado e o futuro da banda.

“O que é realmente incrível agora é o fato de que eu sinto que ainda não chegamos ao auge – ainda estamos famintos, ainda queremos fazer música, ainda nos importamos com a música, ainda nos importamos um com o outro. Não vejo nenhum sinal de que estejamos reduzindo o ritmo… ainda há coisas que queremos fazer.”

Metallica sem escassez de ideias

Robert Trujillo concordou, dizendo que um dos principais “sintomas” de que o Metallica ainda tem muita lenha para queimar é o fato de que não há escassez de ideia na banda. Pelo contrário: eles têm muitas ideias que não conseguem colocar em prática por questões de agenda, mas seguem produzindo.

“Sabe, o que é louco sobre tudo isso é que não há escassez de ideias musicais, riffs, grooves e linhas de baixo. Muitas vezes, quando uma banda está por aí há tanto tempo, há uma falta – as pessoas ficam sem ideias – e nós temos o problema oposto; nós temos ideias demais. Então, é um bom problema para ter.”

Uma dessas ideias, já colocada em prática, é a composição de um novo álbum, concebido durante a pandemia. Ainda não há previsão para lançar o disco.

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