Os 50 melhores discos de 2023, segundo a Consequence

Uma das principais revistas eletrônicas do mercado cultural se caracteriza pela cobertura abrangente de estilos, o que se reflete no ranking

A Consequence, uma das principais revistas eletrônicas do mercado cultural, publicou sua lista com os 50 melhores discos de 2023 de acordo com seu staff. O ranking engloba artistas de variados estilos musicais, como é característica do veículo.

Em ordem decrescente, a classificação é formada pelas obras listadas abaixo.

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Os 50 melhores discos de 2023, segundo a Consequence

50. PJ Harvey — I Inside the Old Year Dying

49. Deeper — Careful!

48. Baroness — Stone

47. André 3000 — New Blue Sun

46. Troye Sivan — Something to Give Each Other

45. Asake — Work of Art

44. boygenius — the record

43. Sprain — The Lamb as Effigy or Three Hundred and Fifty XOXOXOS for a Spark Union with My Darling Divine

42. Margaret Glaspy — Echo the Diamond

41. L’Rain — I Killed Your Dog

40. JPEGMAFIA & Danny Brown — SCARING THE HOES

39. Foo Fighters — But Here We Are

38. Hotline TNT — Cartwheel

37. Genesis Owusu — Struggler

36. Killer Mike — Michael

35. Water from Your Eyes — Everyone’s Crushed

34. Arooj Aftab, Vijay Iyer & Shahzad Ismaily — Love in Exile

33. Young Fathers — Heavy Heavy

32. Blondshell — Blondshell

31. Janelle Monáe — The Age of Pleasure

30. Earl Sweatshirt & The Alchemist — Voir Dire

29. Indigo De Souza — All of This Will End

28. Olivia Rodrigo — GUTS

27. Agust D — D-DAY

26. Kara Jackson — Why Does the Earth Give Us People to Love?

25. Lana Del Rey — Did you know that there’s a tunnel under Ocean blvd

24. ANOHNI and the Johnsons — My Back Was a Bridge for You to Cross

23. Feeble Little Horse — Girl with Fish

22. Raye — My 21st Century Blues

21. noname — Sundial

20. Metallica — 72 Seasons

19. Jessie Ware — That! Feels Good!

18. Slowdive — everything is alive

17. Jamila Woods — Water Made Us

16. yeule — softscars

15. Joy Oladokun — Proof of Life

14. 파란노을 (Parannoul) — After the Magic

13. Kelela — Raven

12. Paris Texas — MID AIR

11. Ratboys — The Window

10. Poison Ruïn — Härvest

9. Mitski — The Land Is Inhospitable and So Are We

8. Zach Bryan — Zach Bryan

7. McKinley Dixon — Beloved! Paradise! Jazz?

6. Jason Isbell and the 400 Unit — Weathervanes

5. Caroline Polachek — Desire, I Want to Turn Into You

4. billy woods & Kenny Segal — Maps

3. Sufjan Stevens — Javelin

2. Wednesday — Rat Saw God

1. Yves Tumor — Praise a Lord Who Chews but Which Does Not Consume

Sobre o campeão, é destacado:

“Yves Tumor é um enigma. O seu trabalho não evoca nenhuma época específica do passado, nem se parece muito com nenhum dos seus contemporâneos, nem parece certo chamá-lo de ‘a música do futuro’. Em vez disso, é como se o artista viajasse de uma dimensão diferente, trazendo consigo artefatos culturais para salvar a música como a conhecemos.

Superficialmente, faixas como a abertura ‘God Is a Circle’, a etérea ‘Heaven Surrounds Us Like a Hood’ ou a dance-punk ‘In Spite of War’ atingem um equilíbrio paradoxal entre o caótico e o meticulosamente montado, entre existencial e visceralmente divertido, entre mastigar e não consumir. Embora talvez avassalador no início, uma vez que os grooves assumem o controle, não há como escapar de seu mundo sonoro inebriante. A produção turbulenta e os ganchos pegajosos se encaixam perfeitamente, oferecendo respostas ao universo que as próprias músicas construíram.

Essa é a maravilha multiversal apresentada neste disco; parece totalmente independente, mas criado com uma compreensão tão única do que aqui na Terra chamamos de música que permanece um alienígena familiar. ‘Praise a Lord’ apresenta Yves Tumor não como a estrela pop dance-rock interdimensional que merecemos, mas como a estrela pop dance-rock interdimensional que precisamos desesperadamente.”

Os comentários sobre todos os álbuns (em inglês) podem ser conferidos aqui.

Sobre a Consequence

Iniciada em 2007 e anteriormente conhecida como Consequence of Sound, a Consequence fala sobre música, cinema e televisão, com notícias, resenhas e entrevistas. A base das operações da publicação fica em Nova York.

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João Renato Alves
João Renato Alveshttps://twitter.com/vandohalen
João Renato Alves é jornalista, 40 anos, graduado pela Universidade de Cruz Alta (RS) e pós-graduado em Comunicação e Mídias Digitais. Colabora com o Whiplash desde 2002 e administra as páginas da Van do Halen desde 2009. Começou a ouvir Rock na primeira metade dos anos 1990 e nunca mais parou.

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