O melhor e o pior da era Gary Cherone no Van Halen, segundo Michael Anthony

Baixista relembra período “louco” internamente; apesar do resultado ruim em estúdio, ele tem boas lembranças da turnê de divulgação

Lançado em 17 de março de 1998, “Van Halen III” foi o único disco do Van Halen a contar com o vocalista Gary Cherone. Em sua concepção, é considerado quase um trabalho solo de Eddie Van Halen, que chega a cantar uma música, algo inédito. A sonoridade experimental deixou os fãs perdidos à época.

Em entrevista ao Jeremy White and Mitch Lafon Show (transcrita pelo Ultimate Guitar), o baixista Michael Anthony revelou não guardar boas lembranças do seu último disco de estúdio completo com o grupo.

“Nem gosto de falar muito sobre esse período. Alex estava passando por um divórcio à época e Eddie gravou a bateria de algumas músicas. Foi a coisa mais maluca que nos aconteceu. Ele também quis tocar o baixo. Só fomos uma banda real em umas duas faixas. É uma pena, pois o disco tinha potencial para ter ficado melhor.”

Mesmo assim, Mike vê um fator positivo quando a banda caiu na estrada. Foi a única vez na história em que os músicos puderam elaborar um setlist balanceado entre as fases David Lee Roth e Sammy Hagar.

“A turnê foi um respiro de ar fresco. Tocávamos as músicas novas, material recente e coisas bem antigas, que não entravam no setlist há anos.”

Van Halen e “Van Halen III”

“Van Halen III” chegou ao 4º lugar na Billboard 200, ganhando disco de ouro nos Estados Unidos. Muito para um contexto normal, pouco para uma história tão gloriosa.

A turnê marcou a última passagem da banda pela Europa.

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