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‘Quem acompanha, sabe que nossas letras vão mais pra esquerda’, diz Iggor Cavalera



O baterista Iggor Cavalera falou, em entrevista ao jornalista Maurício Dehò, do UOL, sobre a sua visão política expressa em bandas que faz ou fez parte, como o Cavalera Conspiracy e o Sepultura. O músico destacou que as letras das músicas de seus grupos “vão bem mais para o lance da esquerda do que para a direita”.

“Acho que se um fã acaba sendo conservador, ele não está entendendo muito o que estamos falando, qual é a nossa mensagem. Mas, ao mesmo tempo, a gente tenta não ser uma banda totalmente politizada. São opiniões que a gente dá e colocamos alguns fatos para as pessoas analisarem”, completou.

– O que Roger Waters pensa quando dizem que ele não deve falar sobre política

Iggor analisou o momento atual do Brasil com cautela. “Ao mesmo tempo, vejo que essa subida do lado direito, da extrema-direita, no mundo inteiro, é uma coisa muito perigosa e é algo que sempre lutamos contra, desde o início, e vamos continuar”, afirmou.

Embora não tenha se posicionado de forma clara, o vocalista e guitarrista Max Cavalera disse que sempre quis fazer música “para o pessoal oprimido”. “A nossa música vem da raiva, mas é um ódio contra a intolerância, contra o que a gente acha errado”, disse ele, que é crítico de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, mas fala com cautela sobre o Brasil.

Clique aqui para ler a ótima matéria do jornalista Maurício Dehò, no UOL.


Igor Miranda
Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com pós-graduação em Jornalismo Digital pela Universidade Estácio de Sá. Escreve sobre música desde 2007. Atualmente, é redator do Whiplash.Net, o maior site sobre rock e heavy metal do Brasil. Também é editor-chefe da revista e site Guitarload, para guitarristas, e redator do site Revista Cifras, a página editorial do portal Cifras.

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