Em carta aberta, Mike Shinoda fala sobre seu ‘pior ano’

O músico Mike Shinoda, do Linkin Park, compartilhou uma carta aberta, em seu perfil no Instagram, para falar sobre seu 2017. Embora tenha descrito o ano como o “pior” de sua vida, devido ao suicídio de Chester Bennington em julho, Shinoda destacou algumas situações positivas que também o marcaram.

“É estranho olhar para trás e dizer: ‘foi o pior ano da minha vida’. Ensinamos às nossas crianças: não é sobre ganhar ou perder, é sobre como se joga o jogo. Com a derrota, focamos no amor ao jogo. Nos perguntamos o que podemos fazer melhor da próxima vez. E se estamos fazendo certo, honramos os vencedores, mesmo que sejamos derrotados. Aos amigos que tiveram um ótimo ano, parabéns e todo o meu amor. Espero, sinceramente, que seu próximo ano seja ainda melhor”, disse, inicialmente.

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Em seguida, Mike Shinoda abordou os pontos positivos de 2017, apesar da morte de Chester Bennington. “Olhando além das óbvias tragédias, esse ano não estava sem coisas para se agradecer. Fizemos muitos amigos. Lançamos um disco auto-produzido que eu amo – nosso 5° disco a estrear em 1° lugar no Top 200 da Billboard. Fizemos ótimos shows. Tive inúmeros momentos calorosos e inesquecíveis com minha esposa, meus filhos e amigos. Nas ruas e na internet, vi um ótimo aumento de minorias e ‘estranhos’ – pessoas que precisam ser ouvidas, cujas ações só espero que sejam construtivas ao longo do tempo”, afirmou.

Por fim, Shinoda destacou: “E sim, 2017 foi o pior. Mas jogo pelo amor em jogar. Vamos seguir a partir daqui. Não posso dizer que não vou cair, perder ou errar. Minha única responsabilidade é voltar, trabalhar mais e tentar de novo”.

As tempting as it is to post #Fuck2017 and leave it at that, I realized what a cop-out that would be for me. It’s weird to think back and say: “yep, that was unquestionably the worst year of my life.” We teach our kids: it’s not whether you win or lose, it’s how you play the game. If we lose, we focus on our love of playing. We ask ourselves what we can do better next time. And if we’re really doing it right, we honor the winners—even if we lose. For all my friends who had a great year—congrats, and all my love. I sincerely hope next year is even better. Looking past the obvious tragedies in my own life, this year wasn’t without things to be grateful for. We made lots of new friends. We finished and released a self-produced album that I love—our 5th album to debut at #1 on the Billboard top 200. We played a lot of great shows. I had countless warm and unforgettable moments with my wife, children, and friends. In the streets and online, I watched a great upswell of fellow minorities and “outsiders”—people who demanded to be heard, whose actions I hope only build over time. And yes, 2017 was the worst. But I play for the love of playing. Let’s go up from here. I can’t say I won’t fall down, lose, or make mistakes. My only responsibility is to get back up, work harder, and try again. Have a fun and safe night. See you tomorrow. #MakeChesterProud #OneMoreLight
Uma publicação compartilhada por Mike Shinoda (@m_shinoda) em

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Igor Miranda
Igor Miranda
Igor Miranda é jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com pós-graduação em Jornalismo Digital. Escreve sobre música desde 2007. Além de editar este site, é colaborador da Rolling Stone Brasil. Trabalhou para veículos como Whiplash.Net, portal Cifras, revista Guitarload, jornal Correio de Uberlândia, entre outros. Instagram, Twitter e Facebook: @igormirandasite.

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