Desde a década de 1990, o Guns N’ Roses se notabilizou pelos shows de longa duração. Hoje, as performances ficam na casa das 3 horas com facilidade. Com o retorno de Slash e Duff McKagan para a banda, isso ficou mais evidente — e, agora, o guitarrista comentou o assunto em entrevista.
Falando à rádio Rock 95.5, o homem da cartola citou ainda o fato de que o setlist do Guns N’ Roses muda com certa frequência ao longo das três horas de show. Quanto à duração, a explicação é simples: há muito material a ser executado e os envolvidos curtem o que estão fazendo.
Ele disse:
“O Guns N’ Roses nunca fez o que você chamaria de um ‘grande show ao vivo’, no sentido de algo coreografado. Só montamos o equipamento e tocamos. Os setlists evoluem na hora. Não é como se tivéssemos um setlist fixo e tocássemos a mesma coisa durante a turnê inteira. Mudamos as coisas a cada noite. Desde que voltamos [à banda], meio que retomamos de onde parou. Tem um monte de material.”
Em seguida, completou.
“Temos feito historicamente sets de mais de três horas por causa da quantidade de material e porque nos divertimos fazendo isso. Não foi pensado para ter três horas. De qualquer forma, isso é apenas natural, nós só meio que naturalmente fazemos o que fazemos.”
Guns N’ Roses e shows longos também no Brasil
Em sua última passagem pelo Brasil, entre outubro e novembro de 2025, o Guns N’ Roses voltou a entregar shows de longa duração. Em São Paulo, o colaborador Thiago Zuma classificou a apresentação como “maratona” já no título de sua resenha.
Já sobre o show de Curitiba, Luís S. Bocatios declarou, a respeito de “Coma” – a 24ª das 29 músicas executadas: “A essa altura, o espetáculo já havia se tornado praticamente uma prova de resistência do ‘Big Brother’”.
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