As 5 melhores músicas menos conhecidas do Deep Purple, segundo Ian Gillan

Lotada de clássicos, a história da banda também conta com alguns momentos menos prestigiados, mas de igual qualidade

O Deep Purple conta com uma série de clássicos que não poderíamos elencar aqui sem transformamos o texto em quase um livro. Porém, também há aquelas músicas que não alcançaram o mesmo patamar, embora contassem com qualidade suficiente para tal.

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Ian Gillan sabe disso. Na mais recente edição da revista Classic Rock – que celebra 50 anos do álbum “Machine Head” –, o cantor elaborou uma pequena lista com 5 canções menos conhecidas que fazem parte de suas preferidas.

Obviamente, só entraram no pacote aquelas que foram gravadas pelo próprio. Ao menos duas até são consideradas essenciais de acordo com as visões dos fãs.

Eis o ranking e os comentários do artista.

Mary Long (do álbum Who Do We Think We Are, 1973): “Gostaria de ressaltar que estou escolhendo de forma espontânea, amanhã poderiam ser outras. Gosto de ‘Mary Long’ porque ninguém havia escrito uma música assim antes. [O nome Mary Long era uma combinação dos ‘cruzados morais’ Mary Whitehouse e Lord Longford, que foram particularmente ativos nas décadas de 60 e 70. Suas linhas iniciais eram: ‘Mary Long é uma hipócrita/Ela faz todas as coisas que nos diz para não fazer’.] Eu tinha vinte e poucos anos e era cheio de opiniões.”

Rapture Of The Deep (de Rapture Of The Deep, 2005): “Acho que ela é bastante semelhante a uma música como ‘Pictures Of Home’, do ‘Machine Head’. Foi uma colaboração muito boa entre Steve Morse e Don Airey. ‘Rapture Of The Deep’ tem um leve toque oriental. O riff é ótimo – e acho que a letra também é muito boa [risos].”

Razzle Dazzle (de Bananas, 2003): “Estou escolhendo esta só para irritar Ian Paice, que não gosta. Eu acho brilhante. Mas ele possui uma perspectiva totalmente diferente sentado atrás da bateria.”

Into The Fire (de In Rock, 1970): “Sempre foi uma das minhas favoritas de todos os tempos. Eu ainda adoro cantar essa até hoje. É uma fatia de rock’n’roll puro, estridente e desinibido – embora rock’n’roll mid-tempo.”

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Lazy (de Machine Head, 1972): “Vou escolher algo do álbum sobre o qual estamos aqui para falar. Pode ser ‘Lazy’. [Quando o entrevistador questionou se ele se refere à versão de estúdio ou a mais longa e solta do ao vivo ‘Made In Japan’, Gillan pondera a questão por um momento e então com um sorriso malicioso responde: ‘Ambas’.]

Sobre Ian Gillan

Nascido em Chiswick, distrito ao Oeste de Londres, Ian Gillan começou a carreira atuando em várias bandas locais. O primeiro grande destaque internacional aconteceu quando se juntou ao Episode Six, que também contava com o baixista Roger Glover.

Em 1969, os dois foram convidados para se juntar ao Deep Purple. Ficaram até 1973, retornando em 1984. O cantor saiu novamente em 1989, voltando em 1993 e permanecendo até hoje.

Em 1970, ganhou o papel principal em “Jesus Christ Superstar”, musical de Andrew Lloyd Webber. Foi o terceiro vocalista a gravar com o Black Sabbath, registrando o álbum “Born Again” em 1983. Saiu após a turnê de divulgação.

Sua carreira solo se divide em três fases: a Ian Gillan Band, nos anos 1970; o Gillan até 1982 e trabalhos com o próprio nome conciliando com o Deep Purple desde 1988.

Deep Purple e “=1”

“=1”, vigésimo terceiro álbum de estúdio do Deep Purple, sai no próximo dia 19 de julho. Chegando pela gravadora earMUSIC, o disco é o primeiro em três décadas a não contar com o guitarrista Steve Morse, substituído por Simon McBride.

O sucessor do trabalho de covers “Turning to Crime” (2021) conta novamente com a produção de Bob Ezrin (Alice Cooper, Pink Floyd, Kiss), em uma parceria que agora chega a seu quinto disco. Confira detalhes completos clicando aqui.

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João Renato Alves
João Renato Alveshttps://twitter.com/vandohalen
João Renato Alves é jornalista, 40 anos, graduado pela Universidade de Cruz Alta (RS) e pós-graduado em Comunicação e Mídias Digitais. Colabora com o Whiplash desde 2002 e administra as páginas da Van do Halen desde 2009. Começou a ouvir Rock na primeira metade dos anos 1990 e nunca mais parou.

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