Blind Guardian promove verdadeira viagem sem sair do Summer Breeze Brasil

Apresentação foi concluída com mesma promessa de volta ao país feita em entrevista ao site; cobertura completa das atrações será publicada em breve

*Este conteúdo sobre o show do Blind Guardian no primeiro dia de Summer Breeze Brasil é apenas uma prévia da cobertura completa, que será publicada em breve. Confira informações sobre o evento, divulgadas em tempo real, nas redes do site: Instagram | Twitter | Facebook.

Os palcos principais do Summer Breeze Brasil 2023 foram fechados no sábado (29) pelo Blind Guardian, banda que tem uma legítima relação de amor com o Brasil, no Hot Stage. Para a ocasião, Hansi Kürsch (vocal), André Olbrich (guitarra), Marcus Siepen (guitarra) e Frederik Ehmke (bateria) contaram ainda com o velho sideman Michael “Mi” Schüren (teclados) e o novato Johan van Stratum (baixo), presente desde 2021.

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Foto: Gustavo Diakov

E eles não vieram para brincadeira: o épico “Imaginations from the Other Side” abriu a noite e trouxe logo de cara o que todos queriam, com “Welcome to Dying”, “Nightfall” e “Time Stands Still (At the Iron Hill)” em sequência.

No alto de seus 56 anos, Hansi soube adaptar as linhas vocais para um resultado satisfatório. Os solos de Olbrich são facilmente identificáveis, como uma marca registrada do guitarrista.

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Foto: Gustavo Diakov

Kürsch, vale destacar, chamou atenção pelas divertidas interações com o público. O frontman do Blind Guardian falou do tempo longe do Brasil (8 anos!) e brincou sobre “perder a função” para uma plateia que cantava tudo a plenos pulmões.

Em dado momento, jurou falar menos, para que o repertório não fosse encurtado. Não cumpriu a promessa, mas é improvável que alguém tenha saído insatisfeito.

Foto: Gustavo Diakov

A partir da quinta música, o grupo executou na íntegra o querido álbum “Somewhere Far Beyond”, celebrando seus 30 anos. Felizmente, é um dos trabalhos mais queridos da discografia e teve como destaques “Time What is Time”, “Journey Through the Dark”, a faixa-título e “The Bard’s Song (In The Forest)” – esta, cantada em uníssono como habitual, é conhecida como a resposta metaleira para as músicas do Legião Urbana em rodinhas de violão.

Do ótimo álbum mais recente, “The God Machine” (2022), apenas o single “Violent Shadows” foi executado e não deixou o nível cair. A quase thrash metal “Majesty” veio na sequência e precedeu um encerramento protocolar com “Valhalla” e “Mirror Mirror”, mas como nos ensinam os livros de fantasia que inspiram o Blind Guardian, o que importa é a viagem e não o destino.

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E foi um percurso pra lá de proveitoso, com promessas de um retorno mais rápido – ao site, Hansi afirmou em entrevista exclusiva ao site que o grupo volta para shows em novembro. E, afinal, tempo? O que é o tempo?

*Fotos de Gustavo Diakov / @xchicanox. Role para o lado para visualizar todas. Caso as imagens apareçam pequenas, atualize a página. Mais fotos serão divulgadas na cobertura completa, a ser publicada em breve no site.

Repertório – Blind Guardian:

Parte 1

  1. Imaginations From the Other Side
  2. Welcome to Dying
  3. Nightfall
  4. Time Stands Still (At the Iron Hill)

Somewhere Far Beyond

  1. Time What Is Time
  2. Journey Through the Dark
  3. Black Chamber
  4. Theatre of Pain
  5. The Quest for Tanelorn
  6. Ashes to Ashes
  7. The Bard’s Song – In the Forest
  8. The Bard’s Song – The Hobbit
  9. The Piper’s Calling
  10. Somewhere Far Beyond

Parte 2

  1. Lord of the Rings
  2. Violent Shadows
  3. Majesty

Bis

  1. Valhalla
  2. Mirror Mirror

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André Luiz Fernandes
André Luiz Fernandes
André Luiz Fernandes é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Interessado em música desde a infância, teve um blog sobre discos de hard rock/metal antes da graduação e é considerado o melhor baixista do prédio onde mora. Tem passagens por Ei Nerd e Estadão.

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