O melhor álbum de rock progressivo da história, na opinião de Mike Portnoy

“Close to the Edge”, do Yes, reúne tudo que o subgênero representa de acordo com o baterista: “a faixa-título é uma das maiores peças prog já escritas”

Mike Portnoy falou sobre álbuns que estão completando 50 anos em 2022 durante participação no podcast Prog Report. E aproveitou para se valer de sua autoridade em rock progressivo para realizar uma declaração impactante sobre um trabalho seminal no estilo.

A declaração veio quando foi abordado o fato de “Close to the Edge”, clássico do Yes, estar atingindo meio século de seu lançamento. Conforme transcrito pelo Ultimate Guitar, o baterista não se conteve na hora de rasgar elogios.

“Este é a quintessência, talvez o maior álbum progressivo de todos os tempos. Certamente um dos meus favoritos da história. Reúne tudo que prog significa. É um disco perfeito. Faz parte da santíssima trindade da banda, com o ‘The Yes Album’ e ‘Fragile’.”

Portnoy aproveitou para analisar as três faixas que compõem o tracklist original.

“Já começa com a faixa-título, que é uma das maiores peças prog já escritas, junto com ‘Supper’s Ready’ do Genesis. No lado dois temos ‘And You And I’ e ‘Siberian Khatru’. As três são perfeitas. E essa é a formação que fez apenas dois álbuns naquela época. É até estranho lembrar que só fizeram dois álbuns com Anderson, Squire, Howe, Wakeman e Bruford. Como disse, para mim é o melhor álbum progressivo de todos os tempos. Se há algo que precisa representar esse gênero, esse é o disco para mim.”

Yes e “Close to the Edge”

Quinto trabalho de estúdio, “Close to the Edge” foi o maior sucesso comercial da carreira do Yes nos Estados Unidos, chegando ao 3º lugar na Billboard 200, além de 4º na Inglaterra. Marcou a despedida do baterista Bill Bruford em sua primeira passagem.

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6 comentários
  1. De fato, o quinteto áureo como disse o crítico Valdir Montanari em seu livro Rock Progressivo, produziu uma obra inigualável. Três músicas que valem por muito álbum duplo, progressivo na essência e sem precisar de três ou quatro audições para ser assimilado. Quando eu vi o título, logo pensei no Close…, mas achei que uma sumidade como ele fosse tirar um coelho raro da cartola que só ele ouviu.

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