Em 1978, o Kiss disponibilizou um filme para a televisão americana. “Kiss Contra o Fantasma do Parque” (“Kiss Meets the Phantom of the Park”, na versão em inglês) mostra a banda utilizando de superpoderes para lutar contra um cientista maligno e salvar um parque de diversões da Califórnia. A direção é de Gordon Hessler.
Devido à atuação considerada fraca dos músicos e ao roteiro cômico, o longa-metragem é tido como “maldito” e esnobado pelos próprios membros. Porém, isso não impediu o curioso sucesso da trama, que voltará a um cinema nacional nesta sexta-feira (20).
O Estação NET Botafogo, do Rio de Janeiro, confirmou nas redes sociais que exibirá “Kiss Contra o Fantasma do Parque” em uma sessão especial às 23h59, como parte da iniciativa “Filmes da Meia-Noite”. O local fica na Rua Voluntários da Pátria, 88.
Os ingressos já estão à venda no site Ingresso.com. Com valor promocional, a entrada custa R$ 20, desconsiderando eventuais taxas.
Sobre “Kiss Meets the Phantom of the Park”
Ao The Hollywood Reporter em 2022, o vocalista e guitarrista Paul Stanley reconheceu os problemas de “Kiss Meets the Phantom of the Park”, mas também afirmou relevar tais aspectos devido à falta de conhecimento cinematográfico da banda à época. Ele disse:
“Acolho-o como a um filho feio. É preciso levar em conta que não sabíamos nada sobre os aspectos técnicos de um filme. Venderam-nos a ideia de que seria um cruzamento entre ‘A Hard Day’s Night’ (primeiro filme dos Beatles) e ‘Star Wars’. Claro que o resultado final não foi nada nem perto disso. Lembro de dizer a nosso manager, Bill Aucoin, que achava que aquilo ficaria horrível. Ele apenas respondeu: ‘não se preocupe’. É o tipo de frase que você deve desconfiar quando alguém fala.”
Ao menos Ace Frehley gostava do enredo. Ao Yahoo Entertainment em 2023, conforme o Whiplash, o saudoso guitarrista mencionou o tópico e declarou:
“Se você falar com Paul [Stanley] e Gene [Simmons] sobre o filme, os dois odeiam. No que me diz respeito, eu acho tosco, engraçado… mas se você é fã do Kiss, vai curtir o filme [risos]! Nunca tive sentimentos negativos sobre ele. Ri de algumas cenas, fiquei constrangido em outras, mas fui inteligente o suficiente para perceber que aquilo era o que era: só um filme bobo de rock para fãs do Kiss.”
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