Foto: reprodução / Facebook

Tobias Forge diz ser “alérgico” ao nu metal e sons extremos feitos após 1994

“Sou mais aberto a novidades quando se trata de um rock diferente, gosto de muitos outros estilos. Mas quando se trata de sons extremos, parei em 1993 ou 94”, afirma o frontman do Ghost

O Ghost, por si só, é uma banda difícil de ser encaixada em um segmento do rock/metal. Mais ainda Tobias Forge. Do Crashdïet ao Repugnant, o líder do grupo tocou praticamente de tudo que possa se encaixar em algum subgênero.

Em entrevista ao Metal Injection, o atual Papa Emeritus IV reafirmou seu ecletismo. Porém, deixou claro não gostar de absolutamente tudo.

“Meu gosto é bem old school. Desde 1994, quando o nu metal surgiu, passei a ser alérgico a ele e o que sua existência sugere. Infelizmente, tem sido o subgênero predominante desde então. As bandas que gosto são aquelas que soam como o death metal praticado em 1987. Odeio ser negativo, mas é isso. Sou mais aberto a novidades quando se trata de um rock diferente, gosto de muitos outros estilos. Mas quando se trata de sons extremos, parei em 1993 ou 94. Depois disso, acho tudo ruim.”

Forge também aproveitou para citar uma banda pouco conhecida que é de seu apreço.

“Uma que não recebe tanta atenção, mas estou sempre ouvindo é o Negative Plane. O Gorguts também ressurgiu há alguns anos e lançou o álbum ‘Colored Sands’, que é bem legal.”

Tobias Forge, Ghost e “Impera”

“Impera”, novo álbum do Ghost, sai no próximo dia 11 de março. Após completar a turnê americana com o Volbeat, a banda excursionará pela Europa com Uncle Acid & The Deadbeats e Twin Temple.

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