Por que William Goldsmith gostaria de nunca ter feito parte do Foo Fighters

“O Foo Fighters é como a Disney. Todos amam o Mickey Mouse, independente do que ele faça nos bastidores”, destacou baterista que integrou a banda entre 1995 e 1997

William Goldsmith participou da turnê do primeiro álbum do Foo Fighters e foi demitido durante as gravações do segundo, “The Colour and the Shape”.

Segundo informações de bastidores, o principal motivo foi o perfeccionismo de Dave Grohl. Consagrado na função de baterista por seu tempo no Nirvana, o músico era muito severo em suas críticas e correções.

A gota d’água teria sido quando decidiu regravar algumas partes por conta própria, deixando William de lado.

Em entrevista ao podcast Conan Neutron, transcrita pelo Alternative Nation, Goldsmith expôs sua mágoa com o fato de ser mais lembrado pelo curto tempo com o grupo do que por todo o resto da carreira. E estabeleceu uma comparação de seu antigo chefe com um popular personagem fictício.

“É a única banda que, se pudesse, riscaria da minha história. Não foi nada além de um pé no saco. Só que o Foo Fighters é como a Disney. Todos amam o Mickey Mouse, independente do que ele faça nos bastidores. Ou seja, é uma situação onde não tem como vencer. Por isso gostaria de apagá-la da minha carreira.”

William Goldsmith além do Foo Fighters

Entre 1992 e 1995, William fez parte do Sunny Day Real Estate, que também contava com Nate Mendel, baixista do Foo Fighters. Retornou em 1997 e ficou até 2001, além de outra passagem entre 2009 e 2013.

Em 2021, lançou o álbum de estreia da banda Assertion. Chamado “Intermission”, o disco foi aclamado em uma resenha da revista Rolling Stone, que o chamou de “um dos melhores trabalhos do ano”.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Posts Relacionados
Total
0
Share