Notícias

‘Sei que é moda odiar feministas, mas a luta não acabou’, diz Alissa White-Gluz



Foto: @aconcertphotographer / Instagram

A vocalista do Arch Enemy, Alissa White-Gluz, falou sobre sua visão a respeito do feminismo em entrevista à revista Metal Hammer. A cantora destacou a situação de direitos desiguais entre mulheres e homens pelo mundo e que a luta da causa não se encerrou, apesar de ter se tornado “moda” criticar a mobilização e chamar ativistas de “feminazis”.

“Acho que há muitas pessoas protegidas pelo fato de que mulheres não têm direitos iguais por todo o mundo. Até amigos que vivem no democrático Canadá não percebem que mulheres não têm direitos iguais, acham que é algo do passado. Quando você viaja muito, você percebe que ainda há muito a se fazer. Acho que é importante o feminismo seguir como tópico de discussão. Sei que é moda odiar feministas e chamá-las de ‘feminazis’, mas, desculpe, a batalha não acabou!”, disse.

Alissa acredita que não dá para “fingir que está tudo bem” no que diz respeito a essa situação. “Fale com mulheres de qualquer país do Oriente Médio. Eu fiz isso. Tenho alguns fãs de lá com quem converso. Considero-nos todos cidadãos do mesmo lugar, então, não é problema deles, acontece com mulheres assim como eu. Não é algo que eu levo na boa”, afirmou.

* Siga IgorMiranda.com.br no InstagramFacebook e Twitter.


Igor Miranda
Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com pós-graduação em Jornalismo Digital pela Universidade Estácio de Sá. Escreve sobre música desde 2007. Atualmente, é redator do Whiplash.Net, o maior site sobre rock e heavy metal do Brasil. Também é editor-chefe da revista e site Guitarload, para guitarristas, e redator do site Revista Cifras, a página editorial do portal Cifras.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *