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Formação da ‘era Revenge’ foi a melhor do Kiss, diz Eric Singer



(Foto: Ross Halfin / Divulgação)

O baterista Eric Singer relembrou a sua entrada para o Kiss em entrevista à ‘Kiss Magazine’. O músico entrou na vaga de Eric Carr, falecido em 1991, e segue no grupo até hoje – ele ficou de fora somente durante o retorno de Peter Criss, entre 1996 e 2003.

“Havia muita expectativa dos fãs, porque após Eric Carr ter falecido, todos se perguntavam: ‘o que o Kiss vai fazer agora?’. E falavam: ‘o novo baterista é loiro!’. Em qualquer área da vida, sempre que há mudança, também há apreensão”, afirmou.

– Leia: Os 25 anos de ‘Alive III’, o disco que me conectou ao Kiss

Singer também falou sobre sua estreia com a banda, durante um show em San Francisco em 1992. “Estava empolgado na minha estreia, mas percebi Gene, Paul e Bruce um pouco nervosos. Eu disse: ‘por que vocês estão nervosos se eu é quem deveria estar?’. Mas eu não estava”, disse.

O músico destacou, ainda, a formação responsável pelos discos ‘Revenge’ (1992) e ‘Carnival Of Souls’ (1997), que contava com ele e o guitarrista Bruce Kulick, além dos chefes Paul Stanley e Gene Simmons. “Acho que eles estavam perguntando como seriam recebidos, mas aquela versão do Kiss era muito forte. Eu diria que é a melhor versão do Kiss. Não estou sendo tendencioso, mas ouço as gravações ao vivo e aquela banda era super entrosada”, afirmou.

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Igor Miranda
Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com pós-graduação em Jornalismo Digital pela Universidade Estácio de Sá. Escreve sobre música desde 2007. Atualmente, é redator do Whiplash.Net, o maior site sobre rock e heavy metal do Brasil. Também é editor-chefe da revista e site Guitarload, para guitarristas, e redator do site Revista Cifras, a página editorial do portal Cifras.

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