Jéssica Falchi deixou a Crypta em março do ano passado. Desde então, a guitarrista tocou com o Tool, lançou um projeto instrumental e, agora, foi anunciada como nova integrante do Korzus.
Na última quinta-feira (2), a musicista compartilhou a novidade. Em texto publicado nas redes sociais, a artista pareceu ter comparado a entrada na banda com experiências anteriores e afirmou que “existe um abismo de diferença entre ser vista e ser respeitada”, destacando que, no Korzus, é valorizada tanto como guitarrista quanto como pessoa.
Jéssica escreveu:
“Existe um abismo de diferença entre ser vista e ser respeitada. Hoje passo a integrar o Korzus, uma banda com mais de 40 anos de história no metal, através da minha dedicação, paixão e verdade na música. Obrigada, Korzus, por me respeitarem enquanto guitarrista e pessoa, é especial demais fazer parte dessa nova era e poder contribuir artisticamente ao lado do meu irmão do coração Jean Patton, que faz tudo ter ainda mais sentido pra mim.”
Além da chegada de Jéssica, o Korzus confirmou a efetivação do guitarrista Jean Patton, ex-Project46. O músico já vinha participando de shows no lugar de Antonio Araújo.
“No Light Within”, primeiro single com a nova formação, está disponível. Ouça abaixo ou clicando aqui:
Os dois primeiros shows do Korzus após o lançamento acontecem ainda em abril: o primeiro na festa do Wacken 2026, em São Paulo (18/04), e o segundo no Bangers Open Air, também na capital paulista (26/04).
Jéssica Falchi e a saída da Crypta
Durante uma live do canal Bandmade em maio do ano passado, Jéssica Falchi explicou por que decidiu sair da Crypta. Além da menor identificação com o subgênero musical praticado pela banda, a guitarrista disse que não se sentia pertencente ao grupo. Ela contou:
“Entrei na banda, ela já existia, só que o tempo foi passando e eu percebi que, na verdade, cada vez menos eu me sentia parte disso. Nunca me senti parte da banda. Conforme o tempo foi passando, as coisas não foram melhorando. Muitas coisas foram acontecendo também, até que chegou um ponto em que eu pensei: ‘Pô, estou me dedicando 101% da minha vida a uma banda que não é minha, e aparentemente esse sentimento nunca vai mudar dentro de mim’.”
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