Blaze Bayley é fã do trabalho do Metallica. O ex-vocalista do Iron Maiden, que chegou a assistir à banda durante a turnê “Master of Puppets”, aprecia diferentes fases da discografia do grupo. Contudo, há um álbm que, para ele, é o grande destaque.
Quando perguntado a respeito em entrevista ao canal The Smashing Skull Sessions, o cantor reconheceu a dificuldade da escolha, mas apontou justamente “Master of Puppets” (1986), terceiro disco de estúdio, como o seu favorito. Conforme transcrição do site Blabbermouth, o artista explicou:
“Essa é uma pergunta muito difícil. Eu realmente queria que você não tivesse me perguntado isso. Fico entre ‘Ride the Lightning’ e ‘Master of Puppets’. Gosto de ‘72 Seasons’ e de ‘…And Justice for All’, mas a reposta precisa ser [canta o refrão de ‘Master of Puppets’].”
Um dos motivos está na faixa-título. Blaze revelou que, quando está passando por momentos difíceis, geralmente ouve a música para ajudá-lo:
“Tenho interesse no funcionamento do cérebro. Às vezes sofro com episódios de depressão, e me interesso em saber como o cérebro funciona e o que você pode fazer para ajudar quando está para baixo. Uma das coisas que um médico me disse é que, se você tiver uma música que faça você começar a bater o pé ou balançar a cabeça, coloque essa música na sua mente. Comece a se mexer, comece a dançar, comece a se movimentar. Isso pode ajudar a sair desse estado. E acho que ‘Master of Puppets’ é uma dessas músicas para mim. Possivelmente ‘Raining Blood’, do Slayer, também.”
Essa não é a primeira vez que o vocalista elogia “Master of Puppets”. Conforme a Bravewords, o cantor mencionou o disco em questão e “Holy Diver” (1983), do Dio, como os seus preferidos durante bate-papo com o WSYC Rock Show em 2006.
Sobre o álbum “Master of Puppets”, do Metallica
Lançado em 3 de março de 1986, “Master of Puppets” foi o terceiro trabalho de inéditas do Metallica e o último a contar com o baixista Cliff Burton. Ele morreria em um acidente com o tour bus durante viagem pela Suécia no dia 27 de setembro do mesmo ano.
Tornou-se o primeiro álbum de thrash metal a ganhar disco de platina. Vendeu mais de 12 milhões de cópias em todo o mundo. Também foi o primeiro disco de heavy metal a ser escolhido pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para inclusão nos registros nacionais, baseado em seu valor artístico, histórico e cultural.
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