Entrevistei para a Rolling Stone Brasil o lendário Paul Rodgers, vocalista do Bad Company, Free, The Firm e outros projetos. O principal objetivo era falar sobre o álbum-tributo “Can’t Get Enough: A Tribute to Bad Company”, disponível no streaming e também em CD no Brasil pela Hellion Records. No disco, artistas e bandas de diferentes gerações — incluindo nomes como Slash, Halestorm, The Pretty Reckless e membros do Def Leppard — reinterpretam as canções do quarteto formado por ele, Simon Kirke (bateria), Mick Ralphs (guitarra) e Boz Burrell (baixo), os dois últimos já falecidos.
Durante o bate-papo, Rodgers também celebrou a recente entrada do grupo ao Rock and Roll Hall of Fame, abriu o jogo a respeito de seus problemas de saúde e relembrou Ralphs, falecido em junho último após quase uma década acamado.
No site da Rolling Stone Brasil, está disponível o artigo com as declarações contextualizadas. Abaixo, todas as perguntas e respostas.
Entrevista: 20 perguntas para Paul Rodgers (Bad Company, Free)
1) Igor Miranda: Em primeiro lugar, quão satisfeito você ficou com o resultado final do álbum tributo “Can’t Get Enough” do Bad Company?
Paul Rodgers: Muito satisfeito. Sinto que todos tocaram com a alma e não se pode pedir mais do que isso.
2) A seleção de artistas/bandas é muito versátil, tanto em gêneros musicais quanto pelas épocas em que esses artistas surgiram. Como foi o processo de escolha dos convidados?
Existe uma empresa musical chamada Primary Wave que adquiriu uma parte dos meus direitos autorais. Eles trabalharam em conjunto com o produtor executivo, Gary Spivak, e escolheram os artistas e as músicas, e acho que as escolhas deles foram perfeitas. Adorei o fato de terem incluído duas mulheres cantoras neste álbum tributo, e ambas são ótimas vocalistas: Lzzy Hale e Taylor Momsen. Além disso, a variedade musical vai do rock de Joe Elliott e Phil Collen (Def Leppard) e Slash, ao som southern do Black Stone Cherry, passando pelo rock mais pesado dos ingleses do The Struts, pelo country de Charlie Crockett e pelo som moderno de Hardy. Acho que não seria possível reunir um grupo de músicos mais eclético, e é por isso que o álbum é tão bom.
3) Você teve alguma participação na seleção das músicas ou no processo de produção do álbum? Houve algo que você tenha sugerido ou aprovado?
Não tive nenhuma participação na seleção das músicas, na produção do álbum ou em qualquer decisão referente à seleção das músicas ou aos arranjos. Essas decisões ficaram a cargo de Gary Spivak e Rob Dippold, da Primary Wave, e acho que eles fizeram um ótimo trabalho. Fico feliz que os músicos tenham tido liberdade para criar, serem eles mesmos e, portanto, fazerem das músicas algo próprio.
4) Sei que é difícil escolher, mas existe alguma versão que te surpreendeu mais? Seja pela qualidade do resultado final, pela diferença em relação ao original ou por qualquer outro motivo.
Acho que houve pequenas surpresas em todas as músicas para mim. Às vezes, na produção. Às vezes, na forma como a música era cantada. Às vezes, nos sons das guitarras. Às vezes, na paixão com que eles a interpretavam.
5) Havia alguma música do Bad Company que você gostaria de ter ouvido no tributo — mesmo uma menos conhecida — mas que acabou não entrando?
Estou feliz com o que eles escolheram para este álbum, mas se houvesse espaço para adicionar “Simple Man” e “Can’t Get Enough”, seria mais um grande êxito.
6) Você cantou em três músicas no tributo. Vamos começar falando sobre a colaboração com o Halestorm em “Shooting Star”. Como foi trabalhar com a banda e cantar nessa música ao lado de Lzzy Hale?
A voz de Lzzy arrasou e levou “Shooting Star” às alturas. O Halestorm gravou a música em seu estúdio em Nashville, me enviou a faixa e eu gravei meus improvisos vocais — além das partes de violão e guitarra — no estúdio Good Noise de Matt Sorum, em Palm Springs. Conheci Lzzy e a banda recentemente. Eles tocaram em uma arena em Penticton, perto de onde moro no Canadá, e fiquei feliz porque foram muito respeitosos e receptivos. O novo álbum deles (“Everest”, 2025) é fantástico, tem muita profundidade e dimensão. Não pude ficar para o show, mas estive lá para a passagem de som e todos eles são músicos muito, muito talentosos e suas músicas são fabulosas, ficam na cabeça.
7) Você também cantou em “Run with the Pack” com o Blackberry Smoke e Brann Dailor do Mastodon. Quais são suas lembranças dessa colaboração?
Devido à tecnologia atual, não cantei no mesmo estúdio. Adicionei minhas partes com Charlie e os caras do Blackberry Smoke quando eles gravaram. Eu gosto muito da versão deles de “Run with the Pack”. Adoro o som southern rock das guitarras e o vocal do Charlie. Achei que a banda fez um trabalho incrível nessa música. Ainda não conheci a banda pessoalmente, mas vou encontrar o Charlie no dia 2 de março em Palm Springs, na premiação Sound and Vision Awards, patrocinada pelo programa Adopt the Arts, uma instituição de caridade musical para crianças fundada por Matt Sorum e a atriz Jane Lynch. Gravei com um dos corais deles, o Changels, uma versão de “Rock ‘n’ Roll Fantasy”, que vocês podem conferir no YouTube. Eles querem homenagear a mim e ao Geezer Butler, baixista e letrista do Black Sabbath. O Charlie vai se apresentar lá e ouvi dizer que ele vai cantar “Run with the Pack”. Estou ansioso para ouvi-lo ao vivo.
8) Também podemos te ouvir em “Seagull”, interpretada pelo Def Leppard e que também conta com a participação de Simon Kirke. Junto com Slash, o Def Leppard é o mais próximo da sua geração, já que os outros artistas do álbum são mais jovens. Como foi trabalhar com eles nessa versão e o que você achou do resultado?
Eu não cantei no mesmo estúdio em que o Joe gravou; eles me enviaram a faixa depois de pronta, e então eu adicionei minhas partes. Conheci o Joe quando ele foi a um dos nossos shows do Queen + Paul Rodgers na Inglaterra e gostei dele imediatamente. Ele é um cara legal, um bom cantor e um bom músico, um cara legal em todos os sentidos. O mesmo vale para o Phil. Que músico! Eu já tinha trabalhado com o Phil uma vez antes, em uma faixa anos atrás; ele escreveu uma música chamada “Miss You in a Heartbeat” e eu a lancei em um álbum. A versão de “Seagull” que o Joe e o Phil fizeram é uma versão que tocávamos na minha banda solo quando eu tinha o Jason Bonham na bateria. Foi ideia dele incluir a bateria no final de “Seagull”. Mas aí Joe e Phil deram o seu toque pessoal, adicionando bateria e guitarras, porque quando eu e o Mick tocávamos a música no palco, usávamos apenas violões. Então, eles realmente fizeram a música ser deles.
9) Até agora, no Spotify, a versão mais ouvida é a do Charlie Crockett para “Bad Company”. Ele foi um dos artistas mais diferentes a participar da homenagem, o que pode explicar a curiosidade do público. Mas o que você achou dessa versão?
Eu não sabia que essa era a versão mais ouvida do Charlie Crockett. Que interessante. Acho que é lentinha, no ritmo certo, e tem uma pegada country legal. Gostei. Eu gosto muito de música country, em particular adoro a Dolly Parton. Ela é uma compositora e cantora incrível, e a música “Jolene” foi brilhantemente compostas e interpretada por ela. Na verdade, acho que muitas músicas do Bad Company, especialmente as compostas por Mick, têm uma pegada country.
10) Em uma entrevista para a Billboard, você disse: “Fiquei impressionado que esses artistas quisessem homenagear o Bad Company”. Sei que você pode estar sendo modesto, mas acho que muitas pessoas desconhecem a influência e a importância do Bad Company. Você acha que o Bad Company é, de alguma forma, uma banda subestimada? Se sim, em que sentido?
Não acho que o Bad Company seja subestimado de forma alguma. Nosso objetivo era nos expressar através da música, foi isso que fizemos. Algumas pessoas se identificaram e é simples assim. Na verdade, fico surpreso quando músicos vêm a público e dizem que foram influenciados pelo Bad Company ou pelo Free. Quando você pensa bem, é impressionante como o que você faz pode ter tanta influência ou impacto sobre os outros. Em uma perspectiva mais ampla, todos nós podemos nos influenciar mutuamente de alguma forma, todos os dias, e espero que de maneiras positivas.
11) Na mesma entrevista, Robert Dippold, da Primary Wave, disse que este é apenas um dos muitos projetos em que vocês estão trabalhando com seu catálogo e marca. Se possível, o que você pode nos contar sobre os outros projetos? Em que vocês estão trabalhando?
A Primary Wave é muito inovadora e sempre pensa bastante, especialmente Rob Dippold. O principal projeto em que estamos trabalhando no momento é o meu livro de memórias. Venho trabalhando nelas há um ano com um ótimo escritor, Chris Epting. O que temos feito é conversar aproximadamente uma vez por semana pelo Zoom, e tem sido como conversar com um velho amigo. Ele é muito entusiasmado, inspirado e interessado na minha história. Essas conversas me lembraram de histórias que estavam escondidas no fundo da minha mente. Eu precisei ser convencido a escrever minhas memórias. Eu realmente não sentia que minha história fosse única ou especial; ainda me vejo apenas como um rapaz de Middlesbrough, Inglaterra, que teve muita, muita sorte. Alguns dias depois da nossa conversa por Zoom, eu ficava sentado em silêncio pensando: “Nossa, isso realmente aconteceu?”. Pense em alguns dos grandes guitarristas com quem toquei: Jimmy Page, Paul Kossoff, Mick Ralphs, Brian May, Jeff Beck, Joe Bonamassa… a lista continua. Quanta sorte eu tenho! Quando comecei a ler algumas das transcrições do livro, refleti que foi uma aventura única e mágica, e é algo que eu quero compartilhar. Espero inspirar não apenas músicos, mas pessoas que possam aprender algo com a minha história de vida. Depois do lançamento do livro, no final de 2026, provavelmente nos dedicaremos à preparação de um documentário.
12) Na sua opinião, qual a importância de projetos como este álbum tributo para o legado da banda? Você acredita, por exemplo, que este álbum pode servir para apresentar a banda a novas gerações?
Uma das coisas que eu vi Jim Beach, o eterno empresário do Queen, fazer repetidamente para construir e manter a popularidade da banda foi sempre ter material disponível. Então, a Primary Wave foi muito inteligente ao lançar um álbum tributo ao Bad Company e, com certeza, este álbum apresentará a banda a novas gerações, mas também dará aos nossos fãs de longa data algo para ouvir e apreciar. Eu realmente aprecio o entusiasmo da Primary Wave e de Rob Dippold. Acho que ele até sugeriu um título para o álbum tributo, “Can’t Get Enough”, que eu acho perfeito e que Mick gostou.
13) O álbum tributo foi anunciado oficialmente pouco antes de você saber da entrada da banda para o Rock and Roll Hall of Fame e ainda coincidiu com o 50º aniversário do Bad Company, em 2023/2024. Quão grata foi essa coincidência para você?
Grande parte da vida é uma questão de timing — mesmo que você não seja baterista, o timing é importante. Aconteceu em um momento perfeitamente sincronizado, uma verdadeira demonstração de karma. Às vezes, os astros se alinham.
14) Se você se sentir à vontade para falar, gostaria de saber um pouco mais sobre os motivos que o levaram a não participar da cerimônia de indução ao Rock and Roll Hall of Fame, pois eu e muitos fãs estávamos preocupados e desejamos o melhor para você. Sabemos dos problemas de saúde que você enfrentou nos últimos anos, mas como eles o afetam no momento e como você está agora?
Agradeço a todos pela preocupação com a minha saúde. Sinto o carinho de vocês. Minha saúde está boa. Outro dia, fizemos uma caminhada de 19 quilômetros em busca de um sítio arqueológico com pictografias. Ao me aproximar dos 76 anos, a vida está ótima; cada dia é uma bênção. É verdade que tive alguns problemas de saúde sérios a partir de 2016. Sofri um problema cardíaco que exigiu cirurgia, seguido por três AVCs graves – o último há apenas dois anos. Depois do meu segundo AVC, fiquei sem conseguir falar, então não conseguia cantar nem compreender certos aspectos da vida. Eu nem sabia o que era uma guitarra. Tive que reaprender a falar, a tocar guitarra, a tocar piano e a lidar com a vida. Doenças cardíacas e derrames são hereditários na minha família, então preciso ter muito cuidado com meu estilo de vida. Foi através de sessões de oxigenoterapia hiperbárica, terapia MERT, dieta, exercícios e o amor incondicional de uma mulher incrível: desde 1997, Cynthia, é a razão pela qual meu coração ainda bate. Cerca de uma semana antes de viajar para os ensaios para a cerimônia de entrada ao Rock and Roll Hall of Fame e o programa de TV, minha pressão arterial estava muito alta e comecei a sentir dores no peito e palpitações. Consultei meu médico, que me proibiu terminantemente de entrar em um avião. Ele recomendou que eu ficasse em casa, descansasse e mantivesse a calma. Sinto que escapei por pouco fazendo isso. Estou na fase zen da minha vida e aproveito para estar imerso em uma vida pacífica e tranquila. Posso cantar novamente e me apresentar diariamente para uma plateia de uma pessoa só.
16) Apesar da sua ausência, o Bad Company recebeu uma homenagem com Simon Kirke ao lado de Chris Robinson, Nancy Wilson, Joe Perry e Bryan Adams. Você assistiu à cerimônia pela TV? Se sim, o que achou da homenagem musical?
Minha cunhada preparou um jantar maravilhoso para seis pessoas e assistimos em uma TV enorme. O discurso de Simon me emocionou e deve ter sido emocionante para ele se apresentar sozinho como Bad Company. Às vezes, a realidade bate forte. Gostaria de me apresentar com ele novamente em algum momento. Achei que todos que se apresentaram – Simon, Bryan Adams, Chris Robinson, Nancy Wilson, Joe Perry, nosso baixista Todd Ronning e Spike Edney, diretor musical e tecladista do Queen por, creio eu, 45 anos – não erraram uma nota sequer. Fiquei grato pelo Rock and Roll Hall of Fame ter me permitido gravar meu discurso; me disseram que normalmente não permitem. No entanto, me informaram que o tempo limite era de dois minutos, sem exceções. Não consegui expressar meus agradecimentos por completo em apenas dois minutos, então publiquei meu discurso completo nas redes sociais. Nosso amigo Mick Fleetwood fez um ótimo trabalho apresentando a banda e eu me senti muito confortável assistindo de casa, no Canadá.
17) Todas as homenagens recentes ao Bad Company também são uma forma de celebrar o legado de Mick Ralphs, que faleceu em junho. Quais são suas lembranças mais vívidas de tocar e compor com Mick?
Mick era um músico único, um compositor único e um homem único. Eu amava tudo nele e seu senso de humor o acompanhou até o fim. Não sei se muitos fãs sabem disso, mas Mick passou os últimos 8 anos e 9 meses de sua vida na cama, sem conseguir andar ou usar as mãos; não era vida. Ele sofreu um AVC grave e tentamos levá-lo à oxigenoterapia hiperbárica, tentamos conseguir que acupunturistas e reflexologistas o atendessem, mas infelizmente encontramos resistência. Como não éramos da família, não tínhamos controle sobre seu tratamento médico. Consegui contratar um advogado e transferi-lo para uma casa em Henley, onde moram a maioria de seus amigos e seu grande amor. Além disso, era mais adequada às necessidades do Mick. Eu falava com ele frequentemente e, na verdade, a última conversa que tive com ele foi apenas dois dias antes de sua morte. Naquele momento, ele já não conseguia falar, mas consegui fazê-lo rir uma última vez. Mick era um daqueles raros guitarristas que você consegue identificar pelo som em apenas três notas; você sabe que é o Mick Ralphs. Seu timbre era tão rico e encorpado. Ele deixa um grande legado em sua música, seu humor e na maneira como tratava os outros.
18) Como você acha que Mick se sentiria vendo essa homenagem agora, incluindo o álbum tributo?
Acho que posso afirmar com segurança que nenhum dos membros do Bad Company é motivado por prêmios ou reconhecimentos. Acredito que o reconhecimento pela entrada no Rock and Roll Hall of Fame deve ser dado aos nossos fãs; foi graças a eles que tivemos uma carreira na música. Além disso, nossos fãs fizeram lobby por anos para que a banda fosse incluída no Hall. Quando liguei para o Mick para contar que seríamos incluídos, ele disse: “Brilhante, fantástico, estou radiante e já era hora!”. Mais tarde, conversando com o Simon, o Mick disse brincando: “Isso significa que vamos ganhar cachorro-quente de graça?”. Esse era o senso de humor do Mick. Quanto ao álbum tributo, mostrei algumas faixas para o Mick e ele apreciou o fato de os músicos terem tocado as canções com tanto respeito e trazido sua própria criatividade para as gravações. Às vezes, quando você ouve outra pessoa interpretando suas músicas, você as ouve de uma maneira diferente.
19) Em 2023, você lançou o álbum solo “Midnight Rose”. Dois anos após o lançamento, como você vê esse álbum agora?
Um ano antes do álbum, sofri um segundo AVC grave e fiz uma endarterectomia. Eu não conseguia falar e precisava me esforçar para voltar à música. Compor e gravar as músicas de “Midnight Rose” foi uma parte importante da minha recuperação. Reaprender a tocar guitarra foi um processo enorme. Comecei tocando-a no colo, como um slide guitar, até que a memória de como segurá-lo voltasse. Durante meses, Cynthia tentou me reapresentar ao violão e, finalmente, depois de três meses, me lembrei de como segurá-lo; algo no meu cérebro finalmente fez sentido. Tocar veio depois. O mesmo aconteceu com o piano. “Midnight Rose” é o álbum do qual mais me orgulho; foi como escalar as estrelas, uma subida árdua, mas que valeu muito a pena no final.
20) Para minha última pergunta, gostaria de saber sobre seus planos futuros. Além do trabalho com o Primary Wave, existe alguma chance de você lançar novas músicas ou voltar a se apresentar ao vivo?
Sempre há esperança e uma chance de eu me apresentar ao vivo novamente. Aliás, espero fazer isso, como mencionei antes, no dia 2 de março em Palm Springs, talvez uma ou duas músicas. O plano é que nossa querida amiga Deborah Bonham, irmã do grande baterista do Led Zeppelin, John Bonham, faça um dueto comigo. Recentemente, gravei a música “The Night Life” com Joe Bonamassa em um álbum tributo a B.B. King, que acaba de ser lançado. Também gravei uma faixa com Matt Sorum, ex-baterista do Guns N’ Roses, e o guitarrista Billy Duffy, do The Cult; lançaremos essa faixa em algum momento. Continuo compondo, cantando, tocando e gravando conforme a inspiração me leva.
*”Can’t Get Enough: A Tribute to Bad Company” está disponível nas plataformas digitais e também em CD físico na loja Hellion Records. Veja abaixo o tracklist.
1. “Ready For Love” – HARDY
2. “Shooting Star” – Halestorm (com Paul Rodgers)
3. “Feel Like Makin’ Love” – Slash Featuring Myles Kennedy and The Conspirators
4. “Run with the Pack” – Blackberry Smoke (com Paul Rodgers & Brann Dailor)
5. “Rock ‘n’ Roll Fantasy”– The Struts
6. “Bad Company” – Charley Crockett
7. “Rock Steady” – Dirty Honey
8. “Burnin’ Sky” – Black Stone Cherry
9. “Seagull” – Joe Elliott e Phil Collen do Def Leppard (com Paul Rodgers & Simon Kirke)
10. “All Right Now” – The Pretty Reckless
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